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terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Ser Filho de Deus

Li isto e inspirei-me para considerar o seguinte:
Quando a luta aperta, quando o cansaço físico, mental ou até espiritual apertam, quando se torna mais difícil adquirir ou manter uma determinada virtude ou largar ou não voltar a um defeito ou vício antigo, é sempre bom, reconfortante e revigorante meditar na nossa Filiação Divina.
Somos Filhos de Deus, por intermédio da Graça Santificante, recebida através da Sagrada Comunhão que nos chegou através do sacrifício de Jesus que, por mim, morreu na Cruz.
Que bom que é sermos filhos de Deus. Deus não abandonará o seu filho e dará toda a ajuda necessária para vencer nas tribulações, tentações ou na luta ascética do dia a dia.
"Basta-te a minha Graça" diz S.Paulo, numa das suas cartas.

domingo, 7 de setembro de 2008

O sofrimento no ano paulino, por Bento XVI

Não há amor sem sofrimento, sem o sofrimento da renúncia a si mesmo, da transformação e purificação do eu pela verdadeira liberdade. Quando não há nada por que valha a pena sofrer, até a própria vida perde o seu valor.
A Eucaristia, o centro do nosso ser cristãos, fundamenta-se no Sacrifício de Jesus por nós, nasceu do sofrimento do Amor, que na Cruz alcançou o seu cume.
Nós vivemos deste amor que se entrega. Este amor dá-nos a valentia e a força para sofrer com Cristo e por Ele neste mundo, sabendo que, precisamente assim, a nossa vida se torna grande, madura e verdadeira.
Papa Bento XVI
Homilia na inauguração do ano paulino, 28-VI-2008.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Ano Paulino

Neste ano paulino, nada melhor para recordar S.Paulo do que reler os Actos dos Apóstolos e as cartas de S.Paulo às primeiras comunidades cristãs.

É impressionante ver a determinação, esperteza, fé e poder de S.Paulo.

Trata-se de ver Cristo encarnado numa pessoa que o seguiu, fazendo-se ele próprio outro cristo.

Nas cartas de S.Paulo lemos a fé organizada e explicada quer quanto ao que se crê, quer quanto ao que se deve fazer e viver.

Nos actos dos apóstolos, vemos a fé vivida e historicamente situada. Como eles viveram a fé ajuda-nos a pensar em como devemos viver a nossa.

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