Mostrar mensagens com a etiqueta Jejum. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jejum. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Expiação voluntária

«A expiação voluntária
é o que nos une mais profundamente
e de um modo real e autentico
com o Senhor.
E essa
nasce de uma união já existente com Cristo…
Só pode aspirar à expiação
quem tem abertos os olhos do espírito
ao sentido sobrenatural dos acontecimentos do mundo;
isto é possível
apenas nos homens em que habita o Espírito de Cristo,
que como membros da Cabeça
encontram n’Ele a vida, a força,
o sentido e a direcção.»

Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein) | 1891 – 1942
Obras 259

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

O melhor jejum

O melhor jejum é o jejum do pecado, o jejum da falta de atenção e à falta de ternura dos da nossa própria casa

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Isaías 58

Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão, e à casa de Jacó os seus pecados.
Todavia me procuram cada dia, tomam prazer em saber os meus caminhos, como um povo que pratica justiça, e não deixa o direito do seu Deus; perguntam-me pelos direitos da justiça, e têm prazer em se chegarem a Deus,
Dizendo: Por que jejuamos nós, e tu não atentas para isso? Por que afligimos as nossas almas, e tu não o sabes? Eis que no dia em que jejuais achais o vosso próprio contentamento, e requereis todo o vosso trabalho.
Eis que para contendas e debates jejuais, e para ferirdes com punho iníquo; não jejueis como hoje, para fazer ouvir a vossa voz no alto.
Seria este o jejum que eu escolheria, que o homem um dia aflija a sua alma, que incline a sua cabeça como o junco, e estenda debaixo de si saco e cinza? Chamarias tu a isto jejum e dia aprazível ao Senhor?
Porventura não é este o jejum que escolhi, que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo e que deixes livres os oprimidos, e despedaces todo o jugo?
Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres abandonados; e, quando vires o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?
Então romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará, e a tua justiça irá adiante de ti, e a glória do Senhor será a tua retaguarda.
Então clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniquamente;
E se abrires a tua alma ao faminto, e fartares a alma aflita; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia.
E o Senhor te guiará continuamente, e fartará a tua alma em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; e serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca faltam.
E os que de ti procederem edificarão as antigas ruínas; e levantarás os fundamentos de geração em geração; e chamar-te-ão reparador das roturas, e restaurador de veredas para morar.
Se desviares o teu pé do sábado, de fazeres a tua vontade no meu santo dia, e chamares ao sábado deleitoso, e o santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falares as tuas próprias palavras,
Então te deleitarás no Senhor, e te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do Senhor o disse.
Isaías 58:1-14

quinta-feira, 6 de março de 2014

Como praticar o jejum e a abstinência na Quaresma



Hoje começa a Quaresma.

Para começar bem este tempo de penitência e conversão a Igreja fez com que a Quarta-feira de Cinzas fosse um dia penitência e de jejum.

Mas o que é que a Igreja diz mesmo sobre o assunto? O Código de Direito Canónico remete quase sempre para o que ensina a Conferência dos Bispos de cada país que, neste caso, é Portugal, por isso é o que está aqui de seguida. No entanto, no fim está também um resumo com o que a Igreja Católica desde sempre recomendou.

Num documento de 1984, os Bispos portugueses explicaram como os fiéis podem cumprir estas normas de jejum e abstinência:

2. O jejum é a forma de penitência que consiste na privação de alimentos. Na disciplina tradicional da Igreja, a concretização do jejum fazia-se limitando a alimentação diária a uma refeição, embora não se excluísse que se pudesse tomar alimentos ligeiros às horas das outras refeições. [fazer jejum é então almoçar e não jantar (ou vice-versa) e comer alimentos ligeiros ao pequeno-almoço e lanche] 

Ainda que convenha manter-se esta forma tradicional de jejuar, contudo os fiéis poderão cumprir o preceito do jejum privando-se de uma quantidade ou qualidade de alimentos ou bebidas que constituam verdadeira privação ou penitência. [os Bispos portugueses dão alguma liberdade no assunto, desde que custe mesmo. No fundo, aqueles que querem podem mesmo passar o dia sem comer nada.]

3. A abstinência, por sua vez, consiste na escolha de uma alimentação simples e pobre. A sua concretização na disciplina tradicional da Igreja era a abstenção de carne. Será muito aconselhável manter esta forma de abstinência, particularmente nas sextas-feiras da Quaresma. [fazer abstinência é não comer carne e esta forma é muito recomendada pelos Bispos] 

Mas poderá ser substituída pela privação de outros alimentos e bebidas, sobretudo mais requintados e dispendiosos ou da especial preferência de cada um. [ou seja, se andam a comer caviar e lagostim todos os dias, é preciso cortar nisso] 

Contudo, devido à evolução das condições sociais e do género de alimentação, aquela concretização pode não bastar para praticar a abstinência como acto penitencial. Lembrem-se os fiéis de que o essencial do espírito de abstinência é o que dizemos acima, ou seja, a escolha de uma alimentação simples e pobre e a renúncia ao luxo e ao esbanjamento. Só assim a abstinência será privação e se revestirá de carácter penitencial. [às vezes, limitar-se a não comer carne já não custa tanto nos tempos de hoje, portanto é importante procurar algo que custe mesmo, como por exemplo uma refeição mais simples] 

4. O jejum e a abstinência são obrigatórios em Quarta-Feira de Cinzas e em Sexta-Feira Santa. [portanto, hoje é obrigatório]

5. A abstinência é obrigatória, no decurso do ano, em todas as sextas-feiras que não coincidam com algum dia enumerado entre as solenidades. Esta forma de penitência reveste-se, no entanto, de significado especial nas sextas-feiras da Quaresma. [sim, obrigatório.] 

6. O preceito da abstinência obriga os fiéis a partir dos 14 anos completos. [mais uma vezes, os adolescentes e adultos estão todos obrigados a isto] 

O preceito do jejum obriga os fiéis que tenham feito 18 anos até terem completado os 59. 

Aos que tiverem menos de 14 anos, deverão os pastores de almas e os pais procurar atentamente formá-los no verdadeiro sentido da penitência, sugerindo-lhes outros modos de a exprimirem. [as crianças, ainda que não estejam obrigadas, devem ser ensinadas a viver o espírito de penitência cristão. O ponto seguinte diz que os doentes também não estão obrigados, óbvio.]

in liturgia.pt

Atenção, os Bispos, verdadeiros sucessores dos Apóstolos, insistem mesmo que é obrigatório cumprir estes preceitos. Mais ainda, o Código de Direito Canónico [1249] diz que "todos os fiéis, cada qual a seu modo, estão obrigados por lei divina a fazer penitência." Ou seja, é uma ofensa a Deus (=pecado) não cumprir isto. Óbvio que o objectivo é sempre a conversão interior, por isso convém dar este carácter espiritual ao jejum e abstinência.

Felizmente, o Código de Direito Canónico antigo também explica, e muito bem, estes preceitos, pelo que fica aqui um resumo final:

  • O jejum consiste numa refeição completa e duas menores, que juntas são menos que uma refeição inteira. [c.1252]

  • A abstinência consiste em abster-se de comer carne de animais de sangue quente, molhos ou sopa de carne nos dias de abstinência. A abstinência era em todas as sextas-feiras, a não ser que fosse um Dia de Guarda [c.1252].

Fonte: O Povo

 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A prática do jejum

“A prática do jejum dirige-se ao passado, ao presente e ao futuro: - ao passado como reconhecimento das culpas contra Deus e contra os irmãos, uma mancha que todos temos; - ao presente, para aprendermos a abrir os olhos para os outros e para a realidade que nos circunda; - e ao futuro, para acolher no coração as realidades divinas e renovar, a partir do dom da misericórdia de Deus, a comunhão com todos os homens e com a Criação, assumindo responsavelmente o dever de cada um de nós na história”. “As tradições locais sugerem vários modos de jejuar: - fazendo uma só refeição, comendo apenas pão e água, - ou aguardando o por do sol para assumir alimentos. Os bispos devem também estabelecer um modo simples e eficaz para que o economizado com a privação do alimento se destine aos pobres, de modo especial aos que sofrem nestes momentos as consequências do terrorismo e da guerra”. Nota emitida pelo Escritório das Celebrações Litúrgicas, de 6 de Dezembro de 2002.

sábado, 7 de setembro de 2013

Modos de praticar o jejum

Difícil: O bom velho “Jejum negro” Este é o jejum tradicional de Quaresma dos nossos antepassados Católicos. É da seguinte forma: 1. Não mais que uma refeição por dia 2.Carne, ovos, manteiga, queijo e leite (todos os produtos animais) eram proibidos 3.A refeição não era permitida antes do pôr-do-Sol (passou para as 3 da tarde por volta do século XIII) 4.O álcool era proibido 5.Durante a Semana Santa, a refeição era exclusivamente pão, sal, ervas e água. Médio: O actual Jejum de Quaresma Esta é a regra actual para o jejum na Igreja Católica 1.Uma refeição completa com duas pequenas refeições. As duas pequenas refeições não devem ser mais uma refeição completa. Portanto basicamente é uma refeição e dois snacks. 2.Não há carne (vaca, porco, galinha... esquilo, etc). Acrescento o esquilo porque as pessoas andam a ver a [série] Duck Dynasty e a ter ideias! Fácil: Não há carne ou deixem uma refeição Podem tratar o jejum como uma Sexta-Feira normal e não comer carne. Ou então não comam uma refeição.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Reduzir o corpo à escravidão para poder dar exemplo

"Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis.
E todo aquele que luta de tudo se abstém; eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, uma incorruptível.
Pois eu assim corro, não como a coisa incerta; assim combato, não como batendo no ar.
Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado".

Epístola de S.Paulo aos Coríntios 1 Coríntios 9:24-27

O valor da moderação nas refeições


"Quem é moderado nas refeições segundo o que é razoável para a saúde, a boa educação, etc. realiza atos de temperança, enquanto virtude humana.
Quem, além de se mortificar por motivos de saúde, o faz para mortificar um pouco o gosto por amor a Deus, realiza um ato de virtude da temperança, que adquire valor sobrenatural"

Juan Francisco Pozo. A Vida da Graça. Edições Diel. Pág. 83

sexta-feira, 8 de março de 2013

O verdadeiro jejum


 
 
(Clique para aumentar)

domingo, 23 de dezembro de 2012

Sobriedade

Em época de crise e mingua, o Papa Bento XVI sugere-nos a prática do jejum, para a época da Quaresma que se avizinha

«Utamur ergo parcius, / verbis, cibis et potibus, / somno, iocis et arcitius / perstemus in custodia.

Usemos de modo mais sóbrio palavras, alimentos, bebidas, sono e jogos, e permaneçamos mais atentamente vigilantes, cita o Papa, na sua mensagem quaresmal.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Esquecimento de si

«Parece-me que a alma mais livre é a que mais se esquece de si mesma, e se me perguntassem o segredo da felicidade, diria que é o de não fazer caso nenhum de si e de negar-se sempre.
Eis uma boa maneira de fazer morrer o orgulho:
sujeitá-lo à fome!

O orgulho é o amor a nós mesmos;
por isso, é necessário que o amor de Deus seja tão forte, que extinga todo esse amor-próprio.»

Beata Isabel da Trindade, A grandeza da nossa vocação, 4

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

O domínio sobre o estômago

"Tem sobre o teu estômago tal domínio que lhe dês só o necessário. Não busques o prazer na comida, mas apenas o sustento da natureza por amor a Mim" Johan Lanspergio. Carta de JesusCrito à alma devota e outros escritos. Coleccion Ariadna. Página 102

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Meditar a Via Sacra

Todas as 6ªs feiras do ano são, de acordo com o código de direito canónico, dias em que os fiéis devem dedicar particularmente ao jejum, oração, esmola e penitência.

Mas tudo isso tomará um significado especial se, nessas mesmas 6ªs feiras, meditarmos a via-sacra de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Caso contrário, corremos o risco de todas essas práticas mais não serem do que atos sem sentido.

Ao meditar na via-sacra veremos que "os padecimentos de Cristo animam-nos a fugir de tudo o que possa significar aburguesamento, apatia, preguiça. Avivam o nosso amor e afastam a tibieza. Tornam a nossa alma mortificada, ajudam-nos a guardar melhor os sentidos" in "Falar com Deus" Tomo2. Francisco Fernández Carvajal. Quadrante. Página 189.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

As balas da oração

(S.Nuno de Santa Maria) venceu "com as armas dos jejuns e das esmolas (balas da oração) os 3 inimigos da alma (o mundo, a carne e o diabo) conseguindo vitorioso aglória de louros última"

In "Vida e Feitos Heróicos do Grande Condestável", de Rodrigo Mendes Silva
Lusitano, da Editora Esfera do Caos. Pág. 396.

terça-feira, 13 de março de 2012

Jejum total

Jejuem os olhos de todo o olhar curioso (...).


Jejuem os ouvidos, não atendendo a palavras vãs e a tudo aquilo que não for necessário à saúde da alma (...).



Jejue a língua da difamação e da murmuração, das palavras vãs, inúteis (...).



Jejue a mão de estar ociosa e de todas as obras que não sejam mandadas;


mas jejue muito mais a própria alma dos vícios e pecados, e de impor a sua própria vontade e juízo. Porque, sem este jejum, todos os outros são reprovados por Deus».



S. Bernardo, Sermo 3 in principio ieiunii

segunda-feira, 12 de março de 2012

É melhor vencer-se na língua do que no jejum

"É melhor vencer-se na língua do que jejuar a pão e água"
S.João da Cruz

sexta-feira, 9 de março de 2012

Praticar o jejum

"No plano dos jejuns, temos o “jejum da Quaresma”. Este consiste em tomar uma só refeição forte, ao meio-dia e uma ligeira colação pela tardinha. Nas sextas-feiras o jejum é pão e água para aqueles que podem fazê-lo. Além da abstinência perpétua de carne, na Quaresma acrescentamos a abstinência de lacticínios, quer dizer, do leite e seus derivados. Entre as refeições, não comemos nem bebemos nada salvo a água.
(...)
Não é preciso dizer que todos devem estar abertos à inspiração do Espírito Santo, para o caso de Este sugerir ou pedir algo especial".

Um Cartuxo de Scala Coeli

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

S.Nuno de Santa Maria e a Quaresma permanente

Uma das coisas que mais me impressiona em S.Nuno de Santa Maria é a sua contínua e permanente predisposição para a penitência e a humildade de vida.

O mais extraordinário é que não lhe são conhecidos grandes pecados, nem vícios, nem comportamentos menos correctos pelos quais devesse manter essa atitude de penitência permanente.

E mesmo quando se encontrava no meio da glória causada pelas vitórias nas batalhas em que participou e mesmo quando se encontrava com a possibilidade de viver em riqueza e luxo, ainda aí mantinha o seu comportamento de penitência permanente com jejuns, orações e caridade constante.
Podemos, pois, dizer que a sua vida foi um estado de Quaresma permanente.
Podemos também dizer que, muito antes de S.Nuno ter derrotado os seus inimigos, procurava diariamente e a toda a hora derrotar-se primeiro a si próprio, castigando-se com jejuns, penitências (por ex, andar descalço durante um certo período) e a prática das obras de misericórdia.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

O jejum mostra a nossa fraqueza

Uma das vantagens do jejum é que deixa, ainda mais evidente, as nossas fraquezas porque demonstra-nos que estamos a apenas 1 refeição da fome, isto é, basta não comermos 1 refeição para que toda a nossa fragilidade, carência e incapacidade fiquem à vista de todos. (Cfr. Bispo David L. Ricken of Green Bay, Wisconsin, chairman of the Committee on Evangelization and Catechesis of the U.S. Conference of Catholic Bishops (USCCB),

Por sua vez, tomar consciência da nossa fraqueza leva-nos a sentir que apenas devemos procurar Aquele que nos pode dar o único alimento que nunca nos levará a ter mais fome.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O jejum no advento

Até ao Concilio Vaticano II a Igreja recomendava jejum e abstinência para a véspera da véspera de Natal. O contraste com os dias de hoje é brutal. Qualquer bom Cristão esta semana já teve meia duzia de almoços ou jantares de Natal, trocou presentes, enviou e recebeu sms, mensagens de facebook, para além dos incontáveis mails.

Seria bom conseguir contrariar as distrações e procurar viver pelo menos um dia do Advento sem a pressão do imediato, sabendo que o jejum não é um fim em si mesmo, mas o sinal exterior de uma realidade interior que está no nosso compromisso em procurar viver o Evangelho. Advento que como nos recorda o P.Tolentino, é tempo de procura, de inconformismo, até de imaginação para que o amor, o bem, a beleza possam ser realidades e não apenas desejos para escrever num cartão.

O Papa ensina-nos que «Privar-se do alimento material que nutre o corpo facilita uma disposição interior a escutar Cristo e a nutrir-se de sua palavra de salvação» e assegura que com esta prática, junto com a da oração, nós «lhe permitimos que venha saciar a fome mais profunda que experimentamos no íntimo de nosso coração».

Por outro lado o tem ainda um significado social pois ajuda-nos a tomar consciência da situação na qual vivem muitos de nossos irmãos».

Pedro Pestana Bastos

Etiquetas

Arquivo do blogue