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terça-feira, 7 de junho de 2016

Santificar o dia

«Devemos, santificar o nosso trabalho,
o nosso descanso,
o nosso alimento,
as nossas recriações honestas
como se fossem uma permanente oração.
Sabendo nós que Deus está presente,
basta lembrar-nos d’Ele
e de vez em quando
dirigir-Lhe alguma palavra:
quer seja de amor
– Amo-Te, Senhor! –,
quer seja de agradecimento
– Obrigado, Senhor, por todos os Teus benefícios –,
quer seja de súplica
– Senhor, ajuda-me a ser-Te fiel;
[…] Este trato íntimo e familiar com Deus
transforma os nossos trabalhos
e as nossas ocupações diárias
numa verdadeira e permanente vida de oração,
torna-nos mais agradáveis a Deus
e atrai sobre nós graças e bênçãos
de especial predilecção»

Serva de Deus Irmã Lúcia de Jesus | 1907 – 2005
Apelos da Mensagem de Fátima 8, 95.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

A prontidão para as pequenas mortificações voluntárias

"(...) a disponibilidade para servir a todos, a enorme capacidade de trabalho e sobretudo, a decisão de estar sempre atento ao que Deus lhe pedia, com a oração e a mortificação; nunca reduzia a mortificação que é outro modo de rezar.
Além da prontidão com que cumpria o próprio dever, inclusive nos dias de doença e esgotamento físico, vi-o praticar pequenas mortificações voluntárias (...)"


Comentários de D. Javier Echevarria sobre o Beato D. Álvaro del Portillo

in "Recuerdos de Alvaro del Portillo". Salvador Bernal. RIALP
Pág. 281

Síntese entre acção e contemplação

"A visão sobrenatural fazia-o trabalhar com sossego e eficácia e acabar as coisas pontualmente.
Refletia a realidade de uma síntese harmoniosa e atrativa entre oração e ação e comprovava-se que a vibração, numa alma contemplativa, de nenhum modo conduz a agitações ou nervosismos, porque, sobre o evidente afinco humano, prevalece o abandono nas mãos de Deus- de Quem tudo se espera"


in "Recuerdos de Alvaro del Portillo". Salvador Bernal. RIALP
Pág. 281

Age quod agis

 

Faze o que fazes. Presta atenção no que fazes; concentra-te no teu trabalho.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Ser em tudo muito agradecidos.

«Graças a Deus» é a frase que lhe escutava mais vezes.
Saí dos seus lábios com naturalidade, sem enjôos: ao acabar a Missa ou depois da oração, ao terminar um trabalho, depois de um passeio ou de um tempo de exercício ou quando ouvia relatos que mostravam a fecundidade espiritual (...)

«Sede agradecidos, meus filhos, e sereis fiéis; e recordai que servir é uma das melhores manifestações das acções de graça».

Beato Álvaro del Portillo.


Salvador Bernal. Recordações de Álvaro del Portillo, prelado do Opus Dei. Rialp. 3ª Edição. Página 275

Focar a nossa vida sub specie aeternitatis

"Na última época que vivi junto de Don Álvaro foi no verão de 1993, quando o operaram às cataratas dos seus olhos.
Resumi as minhas impressões com três frases que repetiu muito nessa época:
- «graças a Deus»;
- «pois se oferece já está»;
- «o que é que se vai fazer»
(...)
Don Álvaro manifestava-se cada dia mais humano e afectuoso, porque focava os acontecimentos sub specie aeternitatis, pendente só de Deus e da sua glória e, desde Ele, atento também às necessidades de todos.
As palavras e as acções vertiam ao exterior os afãs e sentimentos da sua alma: um completo abandono nas mãos do Senhor, enquanto trabalhava com afinco na sua presença."

Salvador Bernal. Recordações de Álvaro del Portillo, prelado do Opus Dei. Rialp. 3ª Edição. Página 274

domingo, 4 de outubro de 2015

Deus só precisa do nosso amor

«Eis portanto, tudo o que Jesus exige de nós.
Não precisa para nada das nossas obras,
mas unicamente do nosso amor;
porque o mesmo Deus que declara
não ter necessidade nenhuma de nos dizer se tem fome,
não receou mendigar um pouco de água à Samaritana.
Tinha sede... Mas ao dizer: “Dá-me de beber”,
era o amor da sua pobre criatura
que o Criador do universo reclamava.
Tinha sede de amor...»

Santa Teresa do Menino Jesus | 1873 - 1897
Manuscrito B. 1vº

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Como santificar o trabalho ?

A propósito da forma como o Beato D. Álvaro del Portillo vivia o trabalho e os afazeres quotidianos, "ao seu lado avançava-se com ritmo e com enorme tranquilidade, sem perder o alento em estradas agitadas: uma coisa atrás da outra, com ordem, com muita ordem, com retidão de intenção: com a força de quem não atua por interesse próprio mas para Glória de Deus.
(...)
Não o angustiava o excesso de tarefas pois havia aprendido do fundador do Opus Deis que «ter muito trabalho é só ter muita matéria que santificar».
Explicava o Beato Álvaro del Portillo a uma perguntava que lhe faziam em Estocolmo, a propósito do problema da falta de tempo: «Para que o tempo se multiplique, segundo o conselho prático do Nosso Padre, temos de ter mais presença de Deus. Então, trabalharemos com mais paz e com mais intensidade, com mais desejo de fazer as coisas bem.
O resultado é que o tempo se multiplica, porque fazemos as coisas melhor, com mais ilusão, com mais interesse em acertar.
Por isso, divagamos menos e percamos menos tempo».
(...)
«Não está um para fazer o que quer, mas sim o que deve»

In "Recordações de Álvaro del Portillo". Salvador Bernal. Editora Rialp. Páginas 215

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Mística que nos anima

"(...) não é possível empenhar-se em coisas grandes apenas com doutrinas, sem uma mística que nos anima, sem «uma moção interior que impele, motiva, encoraja e dá sentido à acção pessoal e comunitária».
Temos de reconhecer que nós, cristãos, nem sempre recolhemos e fizemos frutificar as riquezas dadas por Deus à Igreja, nas quais a espiritualidade não está desligada do próprio corpo nem da natureza ou das realidades deste mundo, mas vive com elas e nelas, em comunhão com tudo o que nos rodeia".
 
Laudato Si. Papa Francisco. Ponto 216

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Suportaí-vos uns aos outros

Segunda Leitura (Cl 3,12-21)
Leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses:
Irmãos:
12Vós sois amados por Deus, sois os seus santos eleitos.
Por isso, revesti-vos de sincera misericórdia, bondade, humildade, mansidão e paciência,
13suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos mutuamente, se um tiver queixa contra o outro. Como o Senhor vos perdoou, assim perdoai vós também. 14Mas, sobretudo, amai-vos uns aos outros, pois o amor é o vínculo da perfeição.
15Que a paz reine em vossos corações, à qual fostes chamados como membros de um só corpo. E sede agradecidos.
16Que a palavra de Cristo, com toda a sua riqueza, habite em vós. (....)
17Tudo o que fizerdes, em palavras ou obras, seja feito em nome do Senhor Jesus Cristo. Por meio dele dai graças a Deus, o Pai.
(...)
19Maridos, amai vossas esposas e não sejais grosseiros com elas. 

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Rezar ao Espírito Santo

"Habitualmente rezamos a Jesus.
Rezamos a Deus, o Pai, especialmente quando rezamos o Pai Nosso.
Mas nós não rezamos tão habitualmente ao Espírito Santo, pois não ?
Ele é esquecido. Mas nós precisamos de pedir a sua ajuda, a sua força e a sua inspiração"”


Angelus de 11 de Janeiro de 2015
Papa Francisco

sábado, 22 de novembro de 2014

Maria santifica as pequenas coisas

"Maria santifica as mais pequenas coisas, aquilo que muitos consideram erradamente como não transcendente e sem valor:
o trabalho de cada dia,
os pormenores de atenção com as pessoas queridas,
as conversas e as visitas por motivo de parentesco ou de amizade...
 
Bendita normalidade, que pode estar cheia de tanto amor de Deus!

Na verdade, é isso o que explica a vida de Maria: o amor.
Um amor levado até ao extremo, até ao esquecimento completo de si mesma, contente por estar onde Deus quer que esteja e cumprindo com esmero a vontade divina.
Isso é o que faz com que o mais pequeno dos seus gestos nunca seja banal, mas cheio de significado. Maria, nossa Mãe, é para nós exemplo e caminho.
Havemos de procurar ser como Ela nas circunstâncias concretas em que Deus quis que vivêssemos.

Procedendo deste modo, daremos aos que nos cercam o testemunho de uma vida simples e normal, com as limitações e com os defeitos próprios da nossa condição humana, mas coerente"

S. José Maria Escrivá. É Cristo que passa. Ponto 148

Um dia com o Beato Álvaro del Portillo

"Uma noite de 1985,anotei (...)
«Um dia mais, muito normal em tudo, com esse tom sereno -cheio de oração e de trabalho- que se vive sempre junto a dom Álvaro»"

 Salvador Bernal, in "Recordações de Alvaro del Portillo". Edições Rialp. Página 11

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

A santidade do dia a dia




"A santidade é algo maior, mais profundo que Deus nos dá.
Antes, é justamente vivendo com amor e oferecendo o próprio testemunho cristão nas ocupações de cada dia que somos chamados a nos tornar santos.
E cada um nas condições e no estado de vida em que se encontra.
(...)  É casado? Seja santo amando e cuidando do teu marido ou da tua esposa, como Cristo fez com a Igreja.
(...)
 “Mas, padre, eu trabalho em uma fábrica; eu trabalho como contabilista, sempre com os números, ali não se pode ser santo…” – “Sim, pode!
Ali onde você trabalha você pode se tornar santo. Deus te dá a graça de se tornar santo. Deus se comunica a você”.
Sempre em cada lugar é possível tornar-se santo, isso é, pode-se abrir a esta graça que nos trabalha por dentro e nos leva à santidade.
(...) 
E é preciso tanta paciência para isto, para ser um bom pai, um bom avô, uma boa mãe, uma boa avó, é preciso tanta paciência e nesta paciência vem a santidade: exercitando a paciência.
(...)
 Então: cada estado de vida leva à santidade, sempre!
Na sua casa, na estrada, no trabalho, na Igreja, naquele momento e no teu estado de vida foi aberto o caminho rumo à santidade.
Não desanimem de andar neste caminho.
É o próprio Deus que nos dá a graça. O Senhor só pede isto: que nós estejamos em comunhão com Ele e a serviço dos irmãos.
3. Neste ponto, cada um de nós pode fazer um pouco de exame de consciência, agora podemos fazê-lo, cada um responde a si mesmo, dentro, em silêncio:
como respondemos até agora ao chamado do Senhor à santidade?
Tenho vontade de me tornar um pouco melhor, de ser mais cristão?
Este é o caminho da santidade.
Quando o Senhor nos convida a nos tornar santos, não nos chama a algo de pesado, de triste…
Tudo outra coisa! É um convite a partilhar a sua alegria, a viver e a oferecer com alegria cada momento da nossa vida fazendo-o se tornar ao mesmo tempo um dom de amor para as pessoas que estão próximas a nós.
Se compreendemos isso, tudo muda e adquire um significado novo, um significado belo, um significado a começar pelas pequenas coisas de cada dia.
Um exemplo. Uma senhora vai ao supermercado fazer as compras e encontra uma vizinha e começam a falar e depois vem as fofocas e esta senhora diz: “não, não, não, eu não falarei mal de ninguém”. Isto é um passo para a santidade, ajuda-nos a nos tornar mais santos.
Depois, na sua casa, o filho te pede para falar um pouco das suas coisas fantasiosas: “ah, estou tão cansado, trabalhei tanto hoje…” – “Você se acomode e escute o teu filho, que precisa disso!”.
E você se acomoda, escute com paciência: isto é um passo para a santidade.
Depois termina o dia, estamos todos cansados, mas tem a oração.
Façamos a oração: também isto é um passo para a santidade.
Depois chega o domingo e vamos à Missa, fazemos a comunhão, às vezes precedida de uma bela confissão que nos limpa um pouco. Este é um passo para a santidade.
Depois pensamos em Nossa Senhora, tão boa, tão bela, e pegamos o rosário e o rezamos. Este é um passo para a santidade.
Depois vou pelo caminho, vejo um pobre necessitado, paro, pergunto algo pra ele, dou algo a ele: é um passo para a santidade.
São pequenas coisas, mas tantos pequenos passos para a santidade.
Cada passo para a santidade nos tornará pessoas melhores, livres do egoísmo e do fechamento em si mesmo, e abertos aos irmãos e às suas necessidades."
Papa Francisco Audiência Geral 19-11-2014

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

O Reino de Deus cresce dentro em silêncio

 
 
 
“(...) o Reino de Deus é silencioso, cresce dentro”. Em seguida, Francisco citou as palavras de Jesus: “também para o Reino chegará o momento de manifestar a força, mas será somente no final dos tempos”.
“O dia em que fará barulho, o fará como um relâmpago que atravessa os céus. Assim fará o Filho do homem no seu dia, no dia em que fará barulho. E quando se pensa na perseverança de tantos cristãos – homens e mulheres – que levam adiante a família, que cuidam dos filhos, que cuidam dos avós, que chegam ao fim do mês com meio euro no bolso mas rezam, ali está o Reino de Deus; escondido na santidade da vida cotidiana, na santidade de todos os dias, porque o Reino de Deus não está longe de nós, está perto! Esta é uma das suas características: proximidade, todos os dias”.
Também quando descreve o seu retorno numa manifestação de glória e de poder, Jesus – insistiu o Papa – acrescentou que “antes é necessário que ele sofra muito e seja rejeitado por esta geração”. Isto quer dizer, notou o Papa, que “o sofrimento, a cruz, a cruz cotidiana da vida – a cruz do trabalho, da família, de fazer bem as coisas – esta pequena cruz cotidiana é parte do Reino de Deus”. E encerrou: peçamos ao Senhor a graça de “zelar pelo Reino de Deus que está dentro de nós com a oração, a adoração e o serviço da caridade, silenciosamente”.
O Reino de Deus é humilde, como a semente: humilde; mas cresce, eh? Pela força do Espírito Santo. A nós cabe deixá-lo crescer em nós, sem nos vangloriar; deixar que o Espírito venha, nos transforme a alma e nos leve avante no silêncio, na paz, na serenidade, na proximidade a Deus, aos outros, na adoração a Deus, sem espetáculos”.
 
Papa Francisco
Homilia da Casa de Sta Marta 13 de Novembro de 2014

sábado, 4 de outubro de 2014

Sacrum facere

"A palavra sacrifício vem do latim "sacrum facere" .
O conceito está relacionado com o colocar algo valioso de lado e oferecê-lo exclusivamente a Deus como reconhecimento de que Deus é todo poderoso e todo bom"
 
Padre Bartunek. Inside the Passion. Pág. 135
"(Os sacrifícios) têm o seu valor não de qualquer coisa intrinsecamente valiosa (para que é que Deus poderia aproveitar do sacrifício de uma ovelha...) mas da fé e esperança que os acompanham."
Padre Bartunek. Inside the Passion. Pág 136

domingo, 1 de junho de 2014

Coisas pequenas com Amor

"Nesta vida não podemos fazer coisas grandes, mas podemos fazer coisas pequenas com um grande Amor"

Madre Teresa de Calcutá

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Permancei em mim

«”Permanecei em Mim”.
É o próprio Verbo de Deus que dá esta ordem,
e que exprime esta vontade.
Morai em Mim,
não por alguns instantes, algumas horas que têm de passar,
mas «morai...»
num modo permanente, habitual.
Permanecei em Mim,
orai em Mim,
adorai em Mim,
amai em Mim,
sofrei em Mim,
trabalhai,
agi em Mim.
Permanecei em Mim
quando vos apresentardes a qualquer pessoa
ou fizerdes qualquer coisa,
penetrai sempre cada vez mais nesta profundidade.
Esta é, então, verdadeiramente, a “solidão, a que Deus quer atrair a alma para lhe falar”, como cantava o profeta.

Beata Isabel da Trindade | 1880 - 1906
O Céu na terra. Primeiro dia, 3

quarta-feira, 7 de maio de 2014

A imagem e a cruz em cima da mesa

"O amor é criativo, procura formas de ter a pessoa amada presente. Assim fazia D. Álvaro na sua intimidade mariana, de acordo com tantas sugestões do Fundador do Opus Dei. À hora de trabalhar, ensinava S. Josemaria, empregai alguns recursos humanos, sinais que vos sirvam de despertadores da presença de Deus. Eu faço isso e resulta 10. Aconselhava-nos a trazer no bolso um pequeno crucifixo para o beijar nalguns momentos do dia, a pôr sobre a mesa de trabalho uma imagem do Senhor ou da Virgem Maria. De vez em quando olho para ele, dizia, lembro-me do Senhor e ofereço-Lhe tudo. É como se tivesse um retrato do meu pai ou da minha mãe ao alcance dos olhos. Mais, muito mais: porque é meu Pai, meu Deus, meu Amigo e o Amor dos meus amores 11.

Até ao fim do seu caminhar terreno, D. Álvaro serviu-se desses recursos humanos: lembretes para progredir nas suas manifestações de amor à Virgem Maria.
Por exemplo, nos anos marianos a que acabo de aludir, colocava cada dia uma pagela diferente da Mãe de Deus no escritório onde trabalhava, para a olhar com afeto e lhe dizer mais jaculatórias".

10. S. Josemaria, Notas de uma reunião familiar, 30-III-1974.
11. S. Josemaria, Notas de uma reunião familiar, 30-III-1974.

In Carta Pastoral de D. Javier Echevarria, Bispo, em  Maio de 2014

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Trabalhar com espírito de penitência

Glorioso São José, modelo de todos os que se dedicam ao trabalho, obtende-me a graça de trabalhar com espírito de penitência para expiação de meus numerosos pecados; de trabalhar com consciência, pondo o culto do dever acima de minhas inclinações; de trabalhar com recolhimento e alegria, olhando como uma honra empregar e desenvolver pelo trabalho os dons recebidos de Deus; de trabalhar com ordem, paz, moderação e paciência, sem nunca recuar perante o cansaço e as dificuldades; de trabalhar sobretudo com pureza de intenção e com desapego de mim mesmo, tendo sempre diante dos olhos a morte e a conta que deverei dar do tempo perdido, dos talentos inutilizados, do bem omitido e da vã complacência nos sucessos, tão funesta à obra de Deus!
Tudo por Jesus, tudo por Maria, tudo à vossa imitação, ó Patriarca São José!
Tal será a minha divisa na vida e na morte. Amém
 
Oração de S.Pio X

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