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segunda-feira, 13 de março de 2017

A cruz como marca da gravidade do nosso pecado

“Neste tempo quaresmal, contemplemos com devoção a imagem do crucifixo: esse é o símbolo da fé cristã, é o emblema de Jesus, morto e ressuscitado por nós. 
Façamos de modo que a cruz marque as etapas do nosso caminho quaresmal para compreender sempre mais a gravidade do pecado e o valor do sacrifício com o qual o Redentor nos salvou”.

Jesus a caminho de Jerusalém, onde deverá sofrer a condenação à morte por crucificação, quer preparar os seus discípulos para este escândalo muito forte para a fé deles e, ao mesmo tempo, preanunciar a sua ressurreição, manifestando-se como o Messias, o Filho de Deus. Na verdade, Jesus estava se demonstrando um Messias diferente do esperado:

“Não um rei poderoso e glorioso, mas um servo humilde, e desarmado; não um senhor de grande riqueza, sinal de bênção, mas um homem pobre que não tem onde reclinar a cabeça; não um patriarca com numerosa descendência, mas solteiro sem casa e sem ninho. 
É realmente uma revelação de Deus de cabeça para baixo, e o sinal mais desconcertante desta contradição é a cruz. 
Mas, precisamente por meio da cruz, Jesus chegará à gloriosa ressurreição”.

Papa Francisco
Angelus de 13-03-2017

terça-feira, 3 de julho de 2012

Tomou tudo para santificar tudo

Com maior concisão e não menor força estas passagens de s. João Damasceno atestam a doutrina da Igreja: "O Deus todo tomou todo o homem, e o todo se uniu ao todo para proporcionar a salvação do homem todo. De outra maneira não teria ele podido sanar aquilo que não assumiu".(21)
"Tomou, pois, tudo para santificar tudo".(22)

Papa Pio XII.Haurireis Águas, ponto 25 fim

Cristo assumiu a nossa condição humana, entristeceu-se, teve fome, suportava a sede e o suor, chorou, cansou-se, tinha sono, madrugava ou deitava-se mais tarde para poder rezar ao Pai, sentiu angústia e ansiedade, inquietou-se perante o cenário da morte, tal como qualquer um de nós.
Tinha compaixão pelos outros, mas também revolta pela exploração sacrílega dos vendilhões do templo.
Fez-se humano e perecível para que, através de Cristo, podermos nós próprios pegar em todas as nossas angústias, tristezas, ansiedades e mínguas diversas e ser Cristo.

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