terça-feira, 15 de março de 2011

Lutar ao fim do dia com a armadura de Deus

O fim do dia é o ponto mais alto da luta interior de cada um.
Aí atinge-se o climax do dia pois é um desafio saber santificar o cansaço, guardar a temperança ao jantar, viver a caridade e o sacrifício da entrega aos outros, através da prática de multíplos pormenores de serviço, evitar as compensações e a procura de pequenas satisfações dos sentidos, manter o bom humor e perserverar nas práticas de piedade, oração e exame de consciência que estão previstas para esse período.
Ouvir as palavras de S.Paulo aos Efésios (Cap. 6,10):
"Revestivos da armadura de Deus, para que possais resistir às ciladas do Demónio (...).
Portanto, tomai a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e ficar de pé depois de ter vencido em tudo.
Estai, pois, firmes tendo os vossos rins cingidos com a verdade, vestindo a couraça da justiça (...), sobretudo tomai o escudo da fé, com que possais apagar todos os dardos inflamados do Maligno.
Tomai também o elmo da salvação e a espada do Espírito que é a "Palavra de Deus". Fazei continuamente, pelo Espírito, orações e súplicas.
Vigiai com toda a perseverança e súplica por todos os santos (...)"

segunda-feira, 14 de março de 2011

Como fedem os pecados

Aquele que estiver com o olfato da alma em boas condições facilmente perceberá como fedem os seus pecados

Amor de Deus e a Penitência

Só à luz da compreensão do Amor de Deus é que seremos capazes de sentir verdadeiramente a sua dimensão e, em simultâneo, a dimensão da gravidade e do horror dos nossos pecados.

E nada melhor do que a consideração da parábola do Filho Pródigo para melhor compreender estas duas dimensões:

"o acolhimento generoso por parte do pai: a alegria do pai: eis alguns dos aspectos próprios do processo de conversão. O fato novo, o anel e o banquete festivo são símbolos desta vida nova, pura, digna, cheia de alegria, que é a vida do homem que volta para Deus e para o seio da família que é a Igreja. Só o coração de Cristo, que conhece a profundidade do amor do seu Pai, pôde revelar-nos o abismo da sua misericórdia, de um modo tão cheio de simplicidade e beleza" (Cfr. Ponto 1439 do Catecismo da Igreja Católica).

O que é a penitência

A penitência interior é:
- uma reorientação radical de toda a vida,
- um regresso, uma conversão a Deus de todo o nosso coração,
- uma rotura com o pecado, uma aversão ao mal, com repugnância pelas más acções que cometemos.(...)
- o desejo e o propósito de mudar de vida, com a esperança da misericórdia divina e a confiança na ajuda da sua graça.
Esta conversão do coração é acompanhada por uma dor e uma tristeza salutares, a que os Santos Padres chamaram animi cruciatus (aflição do espírito), compunctio cordis (compunção do coração)

Ponto 1431 do Catecismo da Igreja Católica (Cfr .Concílio de Trento, Sess. 14ª, Doctrina de sacramento Paenitentiae, c. 4: DS 1676-1678; Id. Sess, 14ª, Canones de Paenitentiae, can. 5: DS1705: CatRom. 2, 5, 4, p. 289).

O cristão filho de Deus

Acontece frequentemente que o valor de uma coisa reside no facto de ter pertencido a alguém; algo absolutamente vulgar adquire um novo valor se tiver sido possuído por uma pessoa famosa.
Em qualquer museu encontramos peças vulgarissimas - roupas, uma bengala, uma caneta, mobília - que apenas têm valor por terem pertencido a alguém importante.
É a pertença que lhes atribui valor.
É assim com o Cristão.
O Cristão pode ser uma pessoa normalissima, mas adquire um valor, uma dignidade e uma grandeza novos porque pertence a Deus.
A grandeza do Cristão reside no facto de que ele é de Deus
Pedro Pinto - O Povo

A virtude da castidade

O Catecismo da Doutrina Católica fala de vocação para a castidade, porque esta virtude é condição e parte essencial da vocação para o amor, para o dom de si, ao qual Deus chama cada pessoa. A castidade torna possível o amor na corporeidade e através dela [5]. De algum modo, pode-se dizer que a castidade é a virtude que possibilita e conduz a pessoa humana na arte de viver bem, na benevolência e na paz interior com os outros homens e mulheres e consigo mesmo; visto que a sexualidade humana atravessa todas as potências, do mais físico e material ao mais espiritual, colorindo as diversas faculdades no masculino e feminino.
A virtude da castidade não é simplesmente um remédio contra a desordem que o pecado origina na esfera sexual, mas uma afirmação gozosa, porque permite amar a Deus e, através d’Ele, os outros homens, com todo o coração, com toda a alma, com toda a mente e com todas as forças (cf. Mc 12, 30) [6].
«A virtude da castidade gira na órbita da virtude cardeal da temperança» (Catecismo, 2341) e «significa a integração conseguida da sexualidade na pessoa, e daí a unidade interior do homem no seu ser corporal e espiritual» (Catecismo, 2337).
É muito importante na formação das pessoas, sobretudo dos jovens, falar da castidade, explicando a profunda e estreita relação entre a capacidade de amar, a sexualidade e a procriação. Se não for assim, pode parecer que se trata duma virtude negativa, já que boa parte da luta por viver a castidade caracteriza-se pela tentativa de dominar as paixões, que nalgumas circunstâncias se orientam para bens particulares que não são ordenáveis racionalmente em função do bem da pessoa considerada como um todo [7].
No estado actual, o homem não pode viver a lei moral, e por conseguinte a castidade, sem a ajuda da graça. Isto não significa a impossibilidade da virtude humana ser incapaz de conseguir um certo controlo das paixões nesta área, mas sim a constatação da magnitude da ferida produzida pelo pecado, a qual exige o auxílio divino para a perfeita reintegração da pessoa [8].
A educação da castidade
A castidade exige o domínio da concupiscência, que é parte integrante do domínio de si. Este domínio é uma tarefa que dura a vida inteira e supõe esforço reiterado que pode ser especialmente intenso nalgumas épocas. A castidade deve crescer sempre, com a graça de Deus e a luta ascética (cf. Catecismo, 2342) [9].
«A caridade é a forma de todas as virtudes. Sob a sua influência, a castidade aparece como uma escola de doação da pessoa. O domínio de si ordena-se para o dom de si» (Catecismo, 2346).
A educação da castidade é muito mais do que alguns denominam “educação sexual”, que se ocupa fundamentalmente de proporcionar informação sobre os aspectos fisiológicos da reprodução humana e os métodos contraceptivos. A verdadeira educação da castidade não se limita a informar sobre aspectos biológicos, mas ajuda a reflectir sobre os valores pessoais e morais que entram em jogo em tudo o que se relaciona com o nascimento da vida humana e a maturidade pessoal. Por outro lado, fomenta grandes ideais de amor a Deus e aos outros através do exercício das virtudes da generosidade, do dom de si, do pudor que protege a intimidade, etc., os quais ajudam a pessoa a superar o egoísmo e a tentação de se fechar sobre si mesma.
Neste empenho, os pais têm grande responsabilidade, visto que são os primeiros e principais mestres na formação da castidade dos seus filhos [10].
Meios importantes na luta por viver esta virtude:
a) a oração: pedir a Deus a virtude da santa pureza [11] e a frequência dos sacramentos são os remédios para a nossa debilidade;
b) trabalho intenso, evitar o ócio;
c) moderação na comida e na bebida;
d) cuidado dos pormenores de pudor e modéstia no vestuário, etc.;
e) rejeitar as leituras de livros, revistas e jornais inconvenientes; e evitar os espectáculos imorais;
f) muita sinceridade na direcção espiritual;
g) esquecer-se de si próprio;
h) ter uma grande devoção a Maria Santíssima, Mater pulchrae dilectionis (Mãe do Amor formoso).
A castidade é uma virtude eminentemente pessoal que «implica também um esforço cultural» (Catecismo, 2344), visto que o «progresso da pessoa humana e o desenvolvimento da própria sociedade estão em mútua dependência» [12]. O respeito pelos direitos da pessoa reclama o respeito pela castidade, particularmente o direito a «receber uma informação e educação que respeitem as dimensões morais e espirituais da vida humana» (Catecismo, 2344) [13].
A castidade no matrimónio
Diferentemente da dimensão procriadora, que se pode actualizar de modo verdadeiramente humano somente através do acto conjugal, a dimensão afectiva e unitiva própria desse acto pode e deve manifestar-se de muitos outros modos.
Isto explica que, se devido a determinadas condições de saúde ou de outro tipo, os esposos não podem realizar a união conjugal, ou decidem que é preferível abster-se temporariamente (ou definitivamente em situações especialmente graves) do acto próprio do matrimónio, podem e devem continuar a actualizar esse dom de si, que faz crescer o amor verdadeiramente pessoal, do qual a união dos corpos é manifestação.
Notas de rodapé:
5] Deus é amore vive em si mesmo um mistério de comunhão pessoal de amor. Criando-a à sua imagem e conservando-a continuamente no ser, Deus inscreve na humanidade do homem e da mulher a vocação, e, assim, a capacidade e a responsabilidade do amor e da comunhão» (João Paulo II, Ex. Ap. Familiaris Consortio, 22-XI-1981, 11).
[6] A castidade é a afirmação gozosa de quem sabe viver o dom de si, livre de toda a escravidão egoísta» (Conselho Pontifício para a Família, Sexualidade humana: verdade e significado, 8-XII-1995, 17). «A pureza é consequência do amor com que entregámos ao Senhor a alma e o corpo, as potências e os sentidos. Não é uma negação; é uma alegre afirmação». (S. Josemaria, Cristo que Passa, 5).
[7] «A castidade implica uma aprendizagem do domínio de si, que é uma pedagogia da liberdade humana. A alternativa é clara: ou o homem comanda as suas paixões e alcança a paz, ou se deixa dominar por elas e torna-se infeliz (cf. Sir 1, 22.). “A dignidade do homem exige que ele proceda segundo uma opção consciente e livre, isto é, movido e determinado por uma convicção pessoal e não sob a pressão de um cego impulso interior ou da mera coacção externa. O homem atinge esta dignidade quando, libertando-se de toda a escravidão das paixões, prossegue o seu fim na livre escolha do bem e se procura de modo eficaz e com diligente iniciativa os meios adequados” (Gaudium et Spes, 17)» (Catecismo, 2339).
[8] «A castidade é uma virtude moral. Mas é também um dom de Deus, uma graça, um fruto do trabalho espiritual (cf. Gl 5, 22). O Espírito Santo concede a graça de imitar a pureza de Cristo (cf. 1 Jo 3,3) àquele que regenerou pela água do Baptismo» (Catecismo, 2345).
[9] A maturidade da pessoa humana inclui o domínio de si, que supõe o pudor, a temperança, o respeito e abertura aos outros (cf. Congregação para a Educação Católica, Orientações educativas sobre o amor humano, 1-XI-1983, 35).
[10] Este aspecto da educação tem hoje maior importância do que no passado, já que são muitos os modelos negativos que a sociedade actual apresenta (cf. Conselho Pontifício para a Família, Sexualidade humana: verdade e significado, 8-XII-1995, 47). «Diante de uma cultura que «banaliza» em grande parte a sexualidade humana, porque a interpreta e a vive de maneira limitada e empobrecida coligando-a unicamente ao corpo e ao prazer egoístico, o serviço educativo dos pais deve dirigir-se com firmeza para uma cultura sexual que seja verdadeira e plenamente pessoal» (João Paulo II, Ex. Ap. Familiaris Consortio, 37).
[11] «Deus concede a santa pureza aos que Lha pedem com humildade» (S. Josemaria, Caminho, 118).
[12] Concílio Vaticano II, Const. Gaudium et Spes, 25.
[13] Em diversas ocasiões, o Papa João Paulo II referiu-se à necessidade de promover uma autêntica «ecologia humana» no sentido de conseguir um ambiente moral são que facilite o desenvolvimento da pessoa (cf. por exemplo, Enc. Centesimus Annus, 1-V-1991, 38). Parece evidente que parte do «esforço cultural» a que se fez referência consiste em mostrar que existe o dever de respeitar normas morais nos meios de comunicação social, especialmente na televisão, como exigência da dignidade das pessoas. «Nestes momentos de violência, de sexualidade brutal, selvagem, temos de ser rebeldes. Tu e eu somos rebeldes: não nos dá na real gana deixar-nos levar pela corrente, e ser uns animais. Queremos portar-nos como filhos de Deus, como homens ou mulheres que se dão com o seu Pai, que está nos Céus e quer estar muito perto – dentro! – de cada um de nós» (S. Josemaria, Forja, 15).
Pablo Requena

sexta-feira, 11 de março de 2011

Dias de penitência segundo o Código de Direito Canónico

Cân. 1249 Todos os fiéis, cada qual a seu modo, estão obrigados por lei divina a fazer penitência; mas, para que todos estejam unidos mediante certa observância comum da penitência, são prescritos dias penitenciais, em que os fiéis se dediquem de modo especial à oração, façam obras de piedade e caridade, renunciem a si mesmos, cumprindo ainda mais fielmente as próprias obrigações e observando principalmente o jejum e a abstinência, de acordo com os cânones seguintes.

Cân. 1250 Os dias e tempos penitenciais, em toda a Igreja, são todas as sextas- feiras do ano e o tempo da quaresma.

Cân. 1251 Observe-se a abstinência de carne ou de outro alimento, segundo as prescrições da Conferência dos Bispos, em todas as sextas-feiras do ano, a não ser que coincidam com algum dia enumerado entre as solenidades; observem-se a abstinência e o jejum na quarta-feira de Cinzas e na sexta feira da paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Cân. 1252 Estão obrigados à lei da abstinência aqueles que tiverem completado catorze anos de idade; estão obrigados à lei do jejum todos os maiores de idade até os sessenta anos começados. Todavia, os pastores de almas e os pais cuidem que sejam formados para o genuíno sentido da penitência também os que não estão obrigados a lei do jejum e da abstinência, em razão da pouca idade.

Cân. 1253 A Conferência dos Bispos pode determinar mais exatamente a observância do jejum e da abstinência, como também substituí-la, totalmente ou em parte, por outras formas de penitência, principalmente por obras de caridade e exercícios de piedade.

Jaculatória quaresmal

Jaculatória quaresmal:

"Meus Deus, eu creio, adoro, espero e amo.
Peço-te sincero perdão por todos as vezes em que não acreditei, não adorei e não amei e por todos que não acreditam, não adoram, não esperam e não vos amam"

quarta-feira, 9 de março de 2011

O valor do jejum

O jejum “fortifica o espírito, mortificando a carne e a sua sensualidade; eleva a alma a Deus; abate a concupiscência, dando forças para vencer e amortecer as suas paixões, e prepara o coração para que não procure outra coisa senão agradar a Deus em tudo”

São Francisco de Sales, Sermão sobre o jejum

Falar com Deus

Meditações diárias, aqui

Falta testemunhos

Atualmente fazem falta testemunhos. Perante o relativismo que parece impor-se no Ocidente, bem como perante as divisões, guerras e pobreza que açoitam diversas áreas do mundo, fazem falta pessoas dispostas a arregaçar as mangas e a mostrar a realidade do Evangelho, não com discursos ou teorias, mas na vida de todos os dias.

D.Javier Echevarria

domingo, 6 de março de 2011

O mundo crucificado e nós crucificados para o mundo

"Uma vez que Cristo morreu por nós por amor, quando nós fazemos memória da sua Morte no momento do sacrifício, pedimos que esse amor nos seja dado pela vinda do Espírito Santo; suplicamos humildemente que, em virtude desse amor, pelo qual Cristo quis morrer por nós, também nós, recebendo a graça do Espírito Santo, possamos considerar o mundo como crucificado para nós e sermos nós próprios crucificados para o mundo... Tendo recebido o dom do amor, morramos para o pecado e vivamos para Deus"

S. Fulgêncio de Ruspa, Fab. 28, 16, 1-19 citado no ponto 1394 do Catecismo da Igreja Católica

Alma sacerdotal

"Todas as (...) actividades (dos leigos), orações, iniciativas apostólicas, a sua vida conjugal e familiar, o seu trabalho de cada dia, os seus lazares de espírito e do corpo, se forem vividos no Espírito de Deus, e até às privações da vida se pacientemente suportadas, tudo se transforma em sacrifício espiritual, agradável a Deus por Jesus Cristo (1 Pe 2,5). Na celebração eucarística, todas esta oblações se unem à do Corpo de Senhor para serem piedosamente oferecidas ao Pai".Lumen Gentium 34, citada no ponto 901 do Catecismo da Igreja Católica

Almas de Eucaristia

"A nossa vida tem de ser liturgia contíbua em que o centro de tudo é a Santa Missa"

sábado, 5 de março de 2011

Amar a nossa Mãe do Céus

Enche-te de segurança: nós temos por Mãe a Mãe de Deus, a Santíssima Virgem Maria, Rainha do Céu e do Mundo.

Forja ponto 273


É justo que o Pai e o Filho e o Espírito Santo coroem a Virgem como Rainha e Senhora de toda a criação.

Aproveita-te desse poder! e, com atrevimento filial, une-te a essa festa do Céu. Eu coroo a Mãe de Deus e minha Mãe com as minhas misérias purificadas, porque não tenho pedras preciosas nem virtudes.

- Ânimo!

Forja 285

É preciso amar Nossa Senhora: nunca a amaremos bastante!

- Ama-a muito! Que não te baste colocar imagens suas e cumprimentá-las e dizer jaculatórias, mas que saibas oferecer - na tua vida cheia de fortaleza - algum pequeno sacrifício cada dia, para lhe manifestares o teu amor e aquele que queremos que lhe professe a humanidade inteira.


Forja 527

A monotonia do Rosário

"Bendita a monotonia das Avé Marias do Terço que purificam a monotonia dos teus pecados"
S. José Maria Escrivá de Balaguer

sexta-feira, 4 de março de 2011

Não há santidade sem cruz

"O caminho desta perfeição passa pela Cruz.
Não há santidade sem renúncia e combate espiritual (2 Tm 4). O progresso espiritual implica a ascese e a mortificação que conduzem gradualmente a viver na paz e na alegria das bem-aventuranças."


Catecismo da Igreja Católica
ponto 2015

In laetitia nulla dies sine cruce

Com a cruz venceremos nas nossas vidas: In hoc signum vinces

In laetitia nulla dies sine cruce

"As almas livres compreendem a cruz como o meio pelo qual manifestam ao Pai um Amor tanto mais gratuíto quanto mais vigorosa ela fôr"

O Mistério da Cruz
Pie Reganey

Não ter medo e amar a mortificação

"O medo à mortificação nasce da onde de consumismo.
Amaí a mortificação nas suas duas vertentes:
- Ascética
- Reparação"

D. Javier Echevarria.
Prelado do Opus Dei
Alemanha

Vidas crucificadas

Há uns anos atrás (Dezembro de 2005), a propósito da polémica da retirada dos crucifixos das escolas pública, o secretário da Conferência Episcopal Portuguesa dizia que, para a Igreja, mais importante do que as cruzes são as vidas crucificadas.

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