sexta-feira, 3 de junho de 2011

Forte no cumprimento do dever

O caminho do cristão, o de qualquer homem, não é fácil. Certo é que em determinadas épocas parece que tudo se cumpre segundo as nossas previsões; mas isto habitualmente dura pouco. Viver é defrontar dificuldades, sentir no coração alegrias e pesares; e é nesta forja que o homem pode adquirir a fortaleza, a paciência, a magnanimidade e a serenidade.

É forte quem persevera no cumprimento do que entende dever fazer, segundo a sua consciência; quem não mede o valor de uma tarefa exclusivamente pelos benefícios que recebe, mas pelo serviço que presta aos outros. O homem forte às vezes sofre, mas resiste; talvez chore, mas traga as lágrimas. Quando a contradição aumenta, não se curva. (Amigos de Deus, 77)

S. José Maria Escrivá de Balaguer

O Sagrado Coração de Jesus

Neste mês de Junho, a Igreja convida-nos a meditar no Sagrado Coração de Jesus.


E a melhor forma de o fazermos é procurar no Evangelho cenas onde se possa ver como é que o Coração de Jesus agia. Aí veremos que era um coração de carne, igual ao nosso, com a diferença de estar cheio de bondade; também com receios, próprios dos humanos, mas cheio de fé.


Por exemplo, após saber do martírio de S. João Baptista, Jesus mostra-se perturbado. Esse martírio, antecede aquele que será o seu próprio martírio, o martírio de todos os que, querendo seguir a Jesus, deverão também deixar-se levar pelo martírio, no nosso caso, da luta nas pequenas coisas, da caridade e do cumprimento do horário.


Diz S.Mateus 14, 13: "Tendo Jesus ouvido isto, retirou-se dali numa barca para um lugar solitário e afastado"


Quando acontece, no mundo, um acontecimento perturbador, Jesus não continua a sua actividade externa. Não. O Seu Coração fá-lO parar e fá-lO afastar-Se para um lugar isolado certamente para rezar.

Este contraste do seu Coração com o nosso coração que anseia por actividades e compensações externas. Jesus pára e reza.


Depois logo a seguir, nova manifestação do seu Coração:


"Ao sair da barca, viu Jesus uma grande multidão e teve compaixão e curou os seus enfermos" S.Mateus 14,14.


Há casos em que Jesus faz milagres porque vê a fé daqueles que precisam desses milagres. Mas neste último caso, ninguém se Lhe dirigiu especificamente, simplesmente trouxeram esses doentes e Jesus teve compaixão deles.

Nos momentos em que sentimos a nossa fé mais fragilizada e menos operativa ou proactiva, então deixemos que Jesus simplesmente tenha compaixão de nós e nos cure das nossas fraquezas.

E assim, nasce a jaculatória: "Jesus, Filho de David, tende compaixão de mim"


quarta-feira, 1 de junho de 2011

Vinde ó Espírito Santo

Vinde, Espírito Santo

- Vinde, Espírito Santo, e enchei os corações dos vossos fiéis, e acendei neles o fogo do vosso amor.

Enviai, Senhor o vosso Espírito, e tudo será Criado, e renovareis a face da terra.

Ó Deus, que instruistes os vossos fiéis, com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas, e gozemos sempre da sua consolação, por Cristo, Senhor nosso, Amém.

O espírito Santo em nós santifica-nos

"(...) o nosso corpo é, em certa medida, a sala de estar de Deus. Quanto mais nos abrimos, dentro de nós, ao Espírito Santo, tanto mail Ele se torna o mestre da nossa vida, tanto mais Ele nos concede os Seus Carismas (...).


Desta forma, crescem em nós, ao invés das obras da carne, os frutos do Espírito (caridade, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e temperança).

YouCat ponto nº120



"(...) Quem Se abandona ao Espírito Santo pode presenciar ainda hoje verdadeiros milagres"




"A maioria das pessoas não faz ideia do que Deus poderia fazer delas se somente elas se colocassem à disposição d'Ele"

Sto Inácio de Loyola

You Cat página 81 (fim do ponto nº 128)


Se "No dia de Pentecostes, o Espirito Santo fez, de medrosos Apóstolos, corajosas testemunhas de Cristo. Num curtíssimo espaço de tempo fizeram-se baptizar milhares de pessoas" (Youcat ponto nº118), o que não fará Ele a cada um de nós, se O deixarmos actuar nas lutas do nosso dia a dia ?


Deus permite a tentação

Todas as almas para adquirirem uma virtude, perderem um vício, defeito ou mau hábito ou para subirem ao monte Carmelo da vida ascética, necessitam passar pela tentação.

Sobre a forma de agir quando surgem as tentações e as tribulações, Jesus diz o seguinte:


"O que recebeu a semente no lugar pedregoso, é aquele que ouve a palavra e logo a recebe com gosto; porém, não tem em si raiz, é inconstante; e quando lhe sobrevém a tribulação e a perseguição por causa da palavra, logo sucumbe"

S.Mt 13, 21

terça-feira, 31 de maio de 2011

A importância da caridade na linguagem usada

Neste excerto do evangelho de S.Mateus 12, 34-37 que, depois, mais tarde, é retomado também nas epístolas, Jesus Cristo chama à atenção para a importância da caridade e da mortificação no uso da língua e que só uma moderação interior permite, depois, que haja também uma moderação de linguagem:





"(...) Porque a boca fala da abundância do coração. O homem bom tira boas coisas do seu tesouro, e o homem mau tira coisas más do seu mau tesouro.


Ora, Eu digo-vos que, de qualquer palavra inútil que tiverem proferido os homens, darão conta dela no dia do juízo.


Porque pelas suas palavras será justificado ou condenado."




E também, mais adiante no Evangelho de S.Mateus 15,11, diz Jesus

Não é aquilo que entra pela boca que mancha o homem, mas aquilo que saí da boca, isso é que torna impuro o homem



Estas palavras de Jesus Cristo são muito duras porque dizem-nos que qualquer má palavra, comentário, crítica ou reacção negativa que nada tenha trazido de útil para Deus ou o próximo será objecto de julgamento no Juízo particular de cada homem.



Por isso, não devemos descuidar a mortificação da língua como se isso fosse algo de menos importância ou que, de vez enquanto, se possa ceder numa crítica, murmuração, maledicência, num comentário deprimente ou verrinoso.




Nada dessas palavras são inocentes, nem o seu efeito em nós e nos outros é inócuo.








Outro aspecto que se pode salientar aqui é o facto de Jesus Cristo ter dito que é do nosso coração que saí tudo de bom e de mau.




Por isso, para viver a caridade há que, primeiro, cuidar os sentimentos e os anseios do coração. E, por isso também, Jesus Cristo, numa outra ocasião refere que o Reino de Deus estará onde está o nosso coração.




Quais são as nossas aspirações ? Que anseios queremos satisfazer ?




Cruz no coração. Coração mortificado. Coração purificado.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

O acesso à Graça de Deus

Para se ter acesso e beneficiar da Graça de Deus, entrando, por isso, no seu Reino, haverá que ser humildade e "pequenino"




Como diz o próprio Jesus Cristo




"(...) porque ocultaste estas coisas aos Sábios (isto é, àqueles que pensam que sabem tudo, que pensam que são auto-suficientes e que, por isso, não precisam de Deus para nada) e aos prudentes (isto é, àqueles que actuam com calculismo, com segundas intenções e com excessivo receio de se darem aos outros) e as revelaste aos pequeninos (...)" S.Mateus 11, 25-26.




Esta atitude de ser "pequenino" pode ser atestada, em particular, nos comportamentos do Centurião que pede a cura do servo, a hemorroíssa.


Estes são comportamentos de quem se sente indigno, pequeno, ao ponto de não querer que o Mestre se desloque a sua casa para não o importunar, pequeno, ao ponto de considerar que bastaria tocar no manto do Senhor para se curar, pequeno, porque em ambas as situações há um acreditar, sem hesitações, acompanhado de uma esperança que é mais do que uma esperança, é uma certeza de cura.



Fé, infância espiritual e humildade andam, pois, de mãos dadas.


Senhor, eu creio, mas aumenta a minha fé!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

A cana ao vento e os esforçados

Quando em S.Mateus, capítulo 11, versículos 7 a 15, Jesus Cristo se refere a S.João Baptista diz duas coisas muito importantes:

1º) Que S.João Baptista não é uma "cana agitada pelo vento", isto é, alguém que não é livre porque se deixa condicionar pelos estímulos do mundo, a concupiscência da carne, a soberba de vida e a concupiscência dos olhos, isto é, os pecados capitais.

Em cada dia não podemos ser como a "cana agitada pelo vento", como filhos de Deus temos que ser os donos do nosso tempo, adiando afazeres ou lazeres que, naquele momento, não sejam prioritários em face do que Deus nos pede.

2º) Que Que "o reino dos céus sofre uma forte oposição, e são os esforçados (em algumas traduções, refere-se "os violentos") que o conquistam" MT7,12
Sem um verdadeiro esforço não se avança e seremos, também, outra "cana agitada ao vento.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Oração da grávida a Deus

CONSAGRAÇÃO

Senhor, meu Deus, creio no vosso amor de Pai, Criador e Redentor!
Creio que Vós nos criastes e formastes com amor desde seio materno,
concedendo-nos o dom de gerar outras vidas para serem vossos filhos!
Creio que, apesar de sermos pecadores, nos amastes e buscastes para nos salvar, dando-nos o vosso Filho Único que nos remiu com o seu Sangue, derramado na Cruz!
E porque creio, confio em Vós, meu Pai, meu Criador e Redentor, e vos desejo confiar esta vida que estou a gerar no meu seio, sob o influxo da vossa acção criadora. Quero consagrá-la e confiá-la ao vosso amor de Pai, pelas Mãos de Maria Santíssima!
A seu exemplo, eu …………. (nome da mãe) entrego este filho para que o protejais, defendais e me ajudeis a amá-lo perfeitamente, para que ele se possa formar e crescer em estatura e graça, como vosso Filho Jesus!
Maria, minha Mãe do Céu, Vós que gerastes e destes à luz, pela acção do Espírito Santo, vosso Filho, Jesus Cristo, velai pelo meu como se fosse vosso e ensinai-me a amá-lo como vós amastes o filho de Deus. Ensinai-me a aceitar em tudo a vontade do Pai, agora na terra como no Céu, e a confiar no seu poder Misericordioso. Amén!

Quero Misericórdia e não sacrifício

A propósito da citação que Jesus Cristo faz de Oseias 6,6 "Quero Misericórdia e não sacríficio", em Mateus 9, 13, encontrei aqui isto:


Mefibosete, aleijado de ambos os pés, filho de Jônatas, remanescente da casa de Saul. Morava em Lo-Debar, que quer dizer terra sem pasto, e sua vida era de sofrimento até o momento em que foi chamado à presença do rei Davi. Isto aconteceu porque ao lembrar-se de sua aliança com seu amigo Jônatas, o rei Davi quis usar de misericórdia com aquele descendente que sobrara da linhagem de Saul. Sendo assim, segundo as ordens de Davi, foram restituídas as terras de Saul a Mefibosete e este passou a comer na mesa do rei como se fosse um dos filhos do rei.

Essa passagem descrita em 2 Samuel 9, diz no versículo 8 que Mefibosete não se sentia digno de tamanha bondade que lhe oferecera Davi, pois se considerava como um cão morto.

Muito parecido é o que Deus faz em nossas vidas. Ele tira-nos de uma terra árida e nos coloca para banquetearmos com Ele em Sua presença, mesmo nós não merecendo. Isso se chama misericórdia.

Misericórdia pode ser entendida como compaixão, bondade ou perdão.

A misericórdia de Deus se manifesta em nossas vidas de várias formas (...) quando nossos pecados são lançados no mar do esquecimento porque fomos perdoados. Recebemos misericórdia de Deus imerecidamente.

Deus requer também de nós misericórdia, que nesse caso pode ser entendida como obediência e um coração quebrantado e verdadeiro diante de Deus.

Sacrifícios eram feitos perante Deus para a remissão de pecados, mas eles nunca acabavam porque os pecados nunca deixavam de ser cometidos. Sacrifício quer dizer oferecer algo valioso a Deus, e por isso se tornava aceitável diante d’Ele. Mas ainda sim Deus diz em Oséias 6:6 “Misericórdia quero, e não sacrifício”. Ou seja, Deus prefere a misericórdia. Isso porque o sacrifício nem sempre era de todo coração e verdadeiro. E Deus ama a verdade.

A partir do momento em que o maior sacrifício foi feito por Jesus em favor da remissão de nossos pecados, não foi mais preciso nenhum sacrifício. Se para a remissão de pecados do povo de Israel era necessário que o sumo sacerdote entrasse a oferecer sacrifícios uma vez ao ano, com o sacrifício vivo de Jesus isso já se tornou aceitável diante de Deus somente uma vez. Ou seja, não há mais sacrifícios a serem feitos. Que coisa maravilhosa!

O sacrifício que Deus quer de nós hoje é simplesmente sacrifícios de louvor e o negar-se a si mesmo, ou seja, a própria carne.

Esse sacrifício não pode ser entendido como um sofrimento ou um peso porque Deus não nos dá nada a mais que não possamos suportar: “Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve” (Mateus 11:30).

domingo, 22 de maio de 2011

Regina Coeli




V.: Rainha do céu, alegrai-vos! Aleluia!
R.: Porque quem merecestes trazer em vosso seio. Aleluia!
V. :Ressuscitou como disse! Aleluia!
R.: Rogai a Deus por nós! Aleluia!
V.: Exultai e alegrai-Vos, ó Virgem Maria! Aleluia!
R.: Porque o Senhor ressuscitou verdadeiramente! Aleluia.
Conclui-se com a seguinte oração:

V.: Oremos:
Ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo com a
Ressurreição do Vosso Filho Jesus Cristo, Senhor Nosso,
concedei-nos, Vos suplicamos, que por sua Mãe, a Virgem Maria,
alcancemos as alegrias da vida eterna.
Por Cristo, Senhor Nosso.
R.: Amém!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Falem mais para os olhos, do que para os ouvidos

"Falem mais para os olhos, do que para os ouvidos"

Beata Madre Clara do Menino Jesus

A virtude humana da pontualidade


A pontualidade é uma forma de mostrar respeito e consideração com o próximo, infelizmente, um hábito não muito comum entre a maioria das pessoas.
A pontualidade é uma virtude de pessoas civilizadas. Ser pontual não é se precipitar, chegando com muito tempo de antecedência no compromisso ou local combinado. Ser pontual é chegar, pelo menos, 15 minutos antes do horário estabelecido.
Por que é necessário estes 15 minutos? Para que você possa relaxar, respirar tranqüilo, olhar-se no espelho e certificar-se sobre a sua aparência pessoal para entrar em cena seguro e confiante

A pontualidade pode ser obtida com controle, auto-disciplina e algumas precauções contra possíveis incidentes com transporte, trânsito, mau tempo etc. É ideal sair de casa sempre com algum tempo de antecedência para, assim, evitar imprevistos.

Ser pontual não é só chegar na empresa no horário habitual. Existe também uma pontualidade no desempenho profissional e, acima de tudo, no dever cumprido. A pontualidade neste caso tem um duplo propósito: tanto do horário estabelecido, quanto da tarefa realizada com sucesso e do comprometimento com o trabalho realizado.

Todo e qualquer atraso gera desconforto e irrita quem espera, principalmente quando ocorrido com freqüência. Os atrasos são uma maneira lesar a empresa

O atrasado é por natureza uma pessoa desagradável e inconveniente

A impontualidade ocasionada por um atraso, como também por uma inconveniência de antecipação em relação ao horário estabelecido, geram constrangimento e aborrecimentos, tanto para o atrasado ou adiantado, quanto para quem espera.

É inadmissível a impontualidade quando se tem horário marcado. Cabe todo o esforço possível e imaginável para que ele seja cumprido e realizado à risca.

A impontualidade na vida afetiva cansa, desgasta, chateia, aborrece, magoa e pode distanciar as pessoas.
A impontualidade na vida social tira o respeito e as oportunidades de momentos de descontração e lazer.
A impontualidade profissional tira o respeito, a confiança e a credibilidade, afetando contratos, assim como a carreira, e ocasionando perdas e danos morais e financeiros tanto para o profissional quanto para a própria Instituição.

Lívio Callado

Fonte: A IMPORTÂNCIA DE SER PONTUAL – Etiqueta Empresarial - Jornal Carreira e Sucesso

O poder da oração

"Pedi, e vos será dado; buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-à. Porque todo aquele que pede, recebe, e quem busca, encontra; e a quem, bate, abrir-se-á.


Qual de vós dará uma pedra a seu filho, quando este lhe pede pão ?


Ou se lhe pedir um peixe dar-lhe-à uma serprente ?


Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o vosso Pai celeste dará coisas boas aos que lhas pedirem"

S.Mateus 7, 7-11

Quem prega mas não pratica acaba no Inferno

Jesus Cristo, de vários modos e em diferentes ocasiões, deixou bem saliente o facto de querer uma religião de obras e não uma religião exclusivamente de beatices e actos formais de adoração:


Em S.Mateus capítulo 5, versículo 23, diz "Portanto se estás para fazer a tua oferta diante do altar e te lembrares ali que o teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa lá a tua oferta diante do altar, e vai reconciliar-te primeiro com o teu irmão, e depois vem fazer a tua oferta".


No mesmo S.Mateus, capítulo 21 a 23, Jesus Cristo vai ainda mais longe e diz que quem, ao longo da vida, andou a dizer "Senhor, Senhor", mas, depois, na vida prática do dia a dia, não cumpriu a Vontade do Pai, irá para o inferno e Deus inclusive dirá "Nunca vos conheci".

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Fazer de cada momento, um momento de eternidade

"Nada do que não é eterno terá valor na eternidade"
C.S.Lewis

Gratidão como resposta ao Amor de Deus

Por tudo o que Deus fez e faz por nós, há que, de forma contínua, agradecer-Lhe.

"A gratidão é o amor reconhecido"

Ponto 59, início Youcat

Jesus dá o exemplo da coerência de vida

"Que o discurso do Amor divino não consiste em palavras vazias demonstra-lo Jesus na cruz, onde Ele entrega a Sua Vida pelos Seus amigos"

Youcat ponto 33, parte final

"Não basta dizer que sim com a cabeça. Os cristão têm de assumir o estilo de vida de Jesus"

Youcat ponto 34, parte final

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Amaí-vos uns aos outros

João, o discípulo amado, autor do último Evangelho, viveu muitos anos no exílio na Ilha de Patmos. Já muito velhinho, a sua casa era uma caverna nas montanhas.

Aos domingos vinham-no buscar e levavam-no em braços até à aldeia para ele pregar na missa dominical.

Para espanto de todos, o seu sermão era sempre o mesmo: «Meus filhos, amai-vos uns aos outros.»

Muitas pessoas se lamentavam de que o pastor fazia sempre o mesmo sermão, mas quando o pregador é São João, o que é que se há-de fazer?

Até que alguém se encheu de coragem, foi ter com São João e perguntou-lhe porque é que ele fazia sempre o mesmo sermão.

Ele respondeu que pregava sempre essa mensagem do novo mandamento, porque Jesus a repetia constantemente enquanto estava com eles.

Homilia do Cardeal Sean O`Malley -13 de Agosto de 2007

Carta Encíclica sobre o Santo Rosários e os seus mistérios

http://www.vatican.va/holy_father/leo_xiii/encyclicals/documents/hf_l-xiii_enc_08091893_laetitiae-sanctae_po.html

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