sábado, 22 de outubro de 2011

Vem, Senhor Jesus

O Papa Bento XVI termina o seu 2º volume da obra "Jesus de Nazaré" com uma referência à Ascenção associando-a também ao Advento.
Diz o Papa que na Ascensão, o partir de Jesus "é precisamente um vir, um modo novo de proximidade, de presença permanente à qual João alia a "alegria", como lemos (...) no Evangelho de Lucas (24, 50-53).
(Cfr. Jesus de Nazaré II, pág. 229).

E remata

"Podemos dizer com sinceridade «Marana tha» (Vinde Senhor Jesus!)?
Sim!
Não só podemos como devemos. Peçamos antecipações da sua presença renovadora no mundo. Em momentos de tribulação pessoal, supliquemos-Lhe: «Vinde, Senhor Jesus e acolhei a minha vinda na presença benigna do vosso poder»
Peça,os-Lhe que acompanhe as pessoas que amamos ou com quem estamos preocupados.
Peçamos-Lhe que Se torne eficazmente presente na sua Igreja.
E porque não pedir-Lhe que nos conceda também hoje testemunhas novas da sua presença, nas quais Ele mesmo Se aproxime de nós ?
E esta súplica (...) traz consigo toda a amplitude daquela oração que Ele mesmo nos ensinou :"Venha a nós o vosso reino!" Vinde Senhor Jesus"


Jesus de Nazaré II, pág. 236

Oração por intermédio do Beato Papa João Paulo II

"`Deus, rico de misericórdia, que escolhestes o beato João Paulo II para governar a Vossa Igreja como Papa, concedei-nos que, instruídos pelos seus ensinamentos, possamos abrir confiadamente o nossos corações à graça salvífica de Cristo, único Redentor do homem.
Ele que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Amén"

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Damos vinho ou vinagre ao Senhor ?

"Numa colina fértil, Ele plantara uma vinha e dedicara-lhe muitos cuidados «(...) esperava que viesse a dar uvas, mas ela só deu uvas azedas» (Is. 5,2). (...) produz as uvas azedas do homem que se preocupa apenas consigo mesmo; produz vinagre em vez de vinho.
(...) também nós voltamos sempre a responder ao amor carinhoso de Deus com vinagre, com um coração azedo que não quer saber do amor de Deus.
«Tenho sede»- Este brado de Jesus é dirigido a cada um de nós"


Bento XVI
Jesus de Nazaré II, pág. 179.

Sobre a meditação do credo

«O símbolo do santo mistério, que recebestes todos juntos e que hoje proferistes um a um, reúne as palavras sobre as quais está edificada com solidez a fé da Igreja, nossa Mãe, apoiada no alicerce seguro que é Cristo Senhor.
E vós recebeste-lo e proferiste-lo, mas deveis tê-lo sempre presente na mente e no coração, deveis repeti-lo nos vossos leitos, pensar nele nas praças e não o esquecer durante as refeições; e, mesmo quando o corpo dorme, o vosso coração continue de vigília por ele».


Santo Agostinho
Santo Agostinho, Sermo 215, 1.

Confessar a fé com um testemunho de vida credível

"Desejamos que este Ano suscite, em cada crente, o anseio de confessar a fé plenamente e com renovada convicção, com confiança e esperança
(...)
Simultaneamente esperamos que o testemunho de vida dos crentes cresça na sua credibilidade"


Papa Bento XVI
Porta Fidei ponto 9

A Fé actua pelo Amor

A «fé, que actua pelo amor» (Gl 5, 6), torna-se um novo critério de entendimento e de acção, que muda toda a vida do homem (cf. Rm 12, 2; Cl 3, 9-10; Ef 4, 20-29; 2 Cor 5, 17).

Bento XVI
Carta Apostólica Porta Fidei final do ponto nº6.

Trabalhai não pelo alimento que desaparece

Quando, por vezes, podemos cair na tentação de colocar os nossos afazeres profissionais à frente dos compromissos próprios da nossa relação com Deus, talvez seja a hora de meditar nesta frase de Jesus

«Trabalhai, não pelo alimento que desaparece, mas pelo alimento que perdura e dá a vida eterna» (Jo 6, 27).

terça-feira, 18 de outubro de 2011

O amor é a raíz da castidade

"Onde o amor emerge, ele segura todos os outros impulsos e sublima-os em amor."

S.Bernardo de Claraval

Amar é parecer-se com Deus

"Quanto mais o ser humano ama, mais parecido fica com Deus"

You Cat ponto 402

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Porta Fidei

Ano da Fé iniciará em 11 de outubro de 2012, no 50º aniversário de abertura do Concílio Vaticano II, e terminará em 24 de novembro de 2013, Solenidade de Cristo Rei do Universo.

"Será um momento de graça e de empenho para uma sempre mais plena conversão a Deus, para reforçar a nossa fé n'Ele e para anunciá-Lo com alegria ao homem do nosso tempo" disse o Papa Bento XVI

Leia a Carta Apostólica Porta Fidei aqui

sábado, 15 de outubro de 2011

Rezar o Terço com a mente

"O Terço não se pronuncia só com os lábios, mastigando as Ave-Marias umas
atrás das outras. Assim cochicham as beatas e os beatos. Para um cristão, a
oração vocal há-de enraizar-se no coração, de modo que, durante a recitação do
Terço, a mente possa penetrar na contemplação de cada um dos
mistérios".

Sulco. Ponto 477
S. José Maria Escrivá de Balaguer

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Ter Jesus na barca do nosso trabalho

S. Pedro, em várias ocasiões, beneficiou da Graça de ter a presença real de Jesus Cristo na sua barca enquanto trabalhava, isto é, pescava peixes.

No dia a dia do nosso trabalho, deixemos Jesus Cristo entrar na barca do nosso trabalho, deixemos que fique connosco enquanto trabalhamos.

E se assim o fizermos, o nosso trabalho humano produzirá frutos espirituais assim como, com Cristo na barca, S.Pedro beneficiou da pesca milagrosa. Jesus transformará o nosso trabalho num trabalho "milagroso"

domingo, 9 de outubro de 2011

Os frutos do Espírito Santo

"Pelos frutos do Espírito Santo (caridade, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, loganimidade, mansidão, fidelidade, modéstia, sobriedade e castidade Gl. 5,22 ss), o mundo poderá ver em que se torna uma pessoa que se deixa totalmente assumir, guiar e formar por Deus.
Os frutos do Espírito Santo mostram que Deus desempenha um papel real na vida dos cristãos"

You Cat
Ponto 311

A gravidade do pecado venial

"Acabei de produzir uma cinza preciosa: queimei uma nota de 500 euros.
Pois !
Isso é menos mau que cometer um pecado venial"

S.João Maria de Vianney

O sinal da cruz

"Não nos envergonhemos de professar o Crucificado, selemos confiadamente a testa com os dedos, façamos o sinal da cruz sobretudo sobre o pão , a comida e os copos de que bebemos!
Façamo-lo quando vamos e quando vimos, antes de dormir, ao deitarmo-nos e ao levantarmo-nos, quando andamos e descansamos!"

S. Cirílo de Jerusalém

Anunciar através do testemunho

D. Manuel Quintas desafiou os católicos a serem anunciadores a partir do testemunho, “não como donos da palavra mas como servos”. “Temos de falar a partir da vida e não apenas como alguém que escuta e transmite e não aproveita nada para si mesmo. O verdadeiro apóstolo evangelizador é o que testemunha a sua vida”,

Assembleia Diocesana da Igreja algarvia 5 de Outubro de 2011
D.Manuel Quinta, Bispo do Algarve

Ou missão ou demissão

“Só nos cansamos quando não nos deixamos conduzir pelo Espírito e confiamos mais nas nossas qualidades do que na presença constante e permanente de Cristo”,
(...)
“só não sente esta força, quem caminha sozinho e por conta própria”.
(...)
“Ou missão ou demissão, porque não há meio-termo”,
(...)
evangelizar é vocação de cada baptizado e missão de todo o cristão” (...) “a Igreja existe só para evangelizar”.

D.Manuel Quintas
Bispo do Algarve
Homilia da Eucaristia de encerramento da Assembleia Diocesana

sábado, 8 de outubro de 2011

Fazer do trabalho contemplação

"(...) é impossível estabelecer uma diferença entre trabalho e contemplação: não se pode dizer até aquí reza-se e até aquí trabalha-se.
Continua-se sempre rezando, contemplando na presença de Deus.
Sendo homens de acção em aparência, vamos parar onde foram a parar os místicos mais altos: voei tão alto, tão alto até ao coração de Deus"


San Josemaría Escrivá de Balaguer
Notas de una reunión familiar, 30-X-1964

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A virtude da fortaleza

"Lutemos para adquirir hábitos de vencimento em detalhes pequenos: cumprir un horario, cuidar a ordem material, não ceder aos caprichos, dominar aborrecimentos, acabar tarefas, etc.
Poderemos responder assim com mais prontidão às exigências da nossa vocação cristã.
Além disso, a fortaleza nos conduzirá à boa paciência, a sofrer sem fazê-lo pesar aos demais, a suportar as contrariedades que resultam das nossas próprias limitações e defeitos, do cansanço, do carácter alheio, das injustiças, da falta de meios".
D.Javier Echevarria
Carta Pastoral de 2 de Outubro de 2010

Rectidão de intenção no trabalho

"Tende em conta que a da rectidão de intenção do nosso trabalho, realizado com humana perfeição, do seu oferecimento a Deus, da sua união à Cruz de Cristo, depende nada menos que a Santidade pessoal de cada um e a de muitíssimas almas".

D. Alvaro del Portillo. Bispo.
Carta Pastoral de Outubro de 1993

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