«Nada te perturbe
nada te espante,
tudo passa,
só Deus não muda.
A paciência
tudo alcança.
Quem a Deus tem,
nada lhe falta.
Só Deus basta.»
Santa Teresa de Jesus, Pequeno Poema que foi encontrado no seu Breviário, ao morrer em Alba de Tormes.
O mundo tem uma parte visível que tem a ver com a nossa vida exterior e outra interior, os nossos pensamentos, a nossa relação interior com o outro mas também com o que não vemos. Este blog pretende ser um armazém de pensamentos e considerações de natureza católica sobre aquilo que não se vê, mas pode-se ver, se quisermos
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
O que é útil para a Glória de Deus
"Não queiras ver nada, tocar em nada nem sentir nada, exceto o que seja útil para a tua alma e a Minha Glória"
Johan Lanspergio. Carta de JesusCrito à alma devota e outros escritos. Coleccion Ariadna. Página 102
O domínio sobre o estômago
"Tem sobre o teu estômago tal domínio que lhe dês só o necessário.
Não busques o prazer na comida, mas apenas o sustento da natureza por amor a Mim"
Johan Lanspergio. Carta de JesusCrito à alma devota e outros escritos. Coleccion Ariadna. Página 102
sábado, 13 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
A quem entregarei o meu coração ?
Há uma frase vigorosa na Bíblia que diz: «Se Deus está por nós, quem pode estar contra nós?». É uma expressão veemente porque Deus está sempre connosco e por nós. Só há um problema: é que demasiadas vezes somos nós que não estamos com Deus, pelo menos não plenamente.
Há algo em nós que nos faz fugir das escolhas definitivas. Perante uma lista de opções que se excluem mutuamente, a nossa escolha preferida é frequentemente «todas as anteriores», o que, como é óbvio, não funciona.
Não podemos ir de avião para o Japão e de barco para o Brasil ao mesmo tempo. Não podemos dar o nosso coração a uma pessoa no casamento e continuar ativamente a explorar as alternativas. Temos de escolher. Em todas as dimensões da vida temos de decidir quais serão os nossos compromissos. E isso começa com o maior de todos: a quem darei, total e definitivamente, o meu coração? Tudo o resto decorre dessa escolha. Mas o que sucederá às outras opções de vida se esse compromisso primordial for ambivalente ou hesitante?
O evangelista Lucas dá a resposta: «Todo o reino, dividido contra si mesmo, será devastado e cairá casa sobre casa» (11, 17).
As nossas preferências dependem sempre da grande preferência: a quem darei o meu coração? A Deus ou a algumas das suas muitas pequenas criaturas? Se estiver tentada a ignorar esta pergunta ou a responder-lhe com evasivas, tenha bem presente a advertência de Jesus: «Quem não está comigo está contra mim» (Lucas 11, 23). Estas palavras cortam o nevoeiro e clarificam as opções. Está na hora de ir com Ele, inteiramente e sem vacilar.
P. Dennis Clark
In Catholic Exchange
Trad. e adapt.: rm
© SNPC (trad.) | Atualizado em 09.10.12
Autor desconhecido (c. 1320)
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segunda-feira, 8 de outubro de 2012
O Cristão não deve ser morno
No seu primeiro discurso na sala do Sínodo, o Papa frisou que “o cristão não deve ser morno”, afirmando mesmo que “este é o mais grave perigo para o cristianismo de hoje”.
Para Bento XVI, é importante recuperar o sentido da confissão (confessio, em latim) da fé, que implica um risco de morte e capacidade de sofrer por aquilo em que se acredita.
“Isto garante a credibilidade: a confissão implica a disponibilidade de dar a minha vida, de aceitar o sofrimento”, referiu.
Fonte. Ecclesia.
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sábado, 6 de outubro de 2012
O valor e sentido da santidade
"Hoje não bastam mulheres ou homens bons. Além disso, não é suficientemente bom
quem se contenta em ser quase... bom; é preciso ser "revolucionário". Ante o
hedonismo, ante a carga pagã e materialista que nos oferecem, Cristo quer
inconformistas! Rebeldes de Amor!"
Sulco, 128
"Se não for para construir uma obra muito grande, muito de Deus – a santidade –, não vale a pena entregar-se"
Sulco, 611
"Se não for para construir uma obra muito grande, muito de Deus – a santidade –, não vale a pena entregar-se"
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Indulgências plenárias no Ano da Fé
O Papa Bento XVI decidiu conceder aos fiéis a indulgência plenária durante o Ano da Fé que que poderá ser obtida a partir do seu início no dia 11 de outubro de 2012, até o seu encerramento no dia 24 de novembro de 2013.
Assim o estipula o decreto divulgado hoje pelo Vaticano, assinado pelo Cardeal portugês Manuel Monteiro de Castro e pelo Bispo Krzysztof Nykiel, respectivamente Penitenciário Mor e Regente da Penitenciaria Apostólica.
O texto assinala que durante todo o ano do Ano da Fé, obterão a indulgência plenária "da pena temporária pelos próprios pecados repartida pela misericórdia de Deus, aplicável em sufrágio das almas dos fiéis defuntos, todos os fiéis verdadeiramente arrependidos, devidamente confessados, que tenham comungado sacramentalmente e que rezem segundo as orações do pontífice".
Segundo o Decreto "Urbis et Orbis", publicado pela Penitenciaria Apostólica, as condições para lucrar tal indulgência plenária são as seguintes:
a) participar pelo menos em três momentos de pregação durante as Missões, ou em três lições sobre as Atas do Concílio Vaticano II e sobre Artigos do Catecismo da Igreja Católica, em qualquer igreja ou lugar idôneo;
b) visitar em forma de peregrinação uma Basílica Papal, uma catacumba cristã, uma Catedral, ou um lugar santo designado pelo ordinário do lugar para o Ano da Fé (por exemplo entre as Basílicas Menores e os Santuários dedicados à Virgem Maria, aos Santos Apóstolos e aos Santos Patronos), participando aí em alguma sagrada celebração ou pelo menos recolhendo-se por algum tempo em meditação, concluindo com a recitação do Pai-Nosso, a Profissão de Fé em qualquer forma legítima, as invocações à Virgem Santa Maria e, segundo os casos, aos Santos Apóstolos e Patronos;
c) nos dias determinados pelo Ordinário do lugar para o Ano da Fé (por exemplo, nas solenidades do Senhor, da Virgem Maria, nas festas dos Santos Apóstolos e Patronos, na Cátedra de S. Pedro) participar num lugar sagrado numa solene eucaristia ou na liturgia das horas, juntando-lhe a Profissão de Fé em quaquer forma legítima;
d) renovar as promessas batismais em qualquer forma legítima num dia livremente escolhido, durante o Ano da Fé, por ocasião de uma a piedosa visita ao batistério ou outro lugar onde se recebeu o baptismo.
O decreto da Penitenciária Apostólica assinala também que os bispos diocesanos ou eparquiales e os que estão equiparados a eles por direito, nos dias oportunos ou com ocasião das celebrações principais, poderão repartir a Bênção Papal com a Indulgência plenária aos fiéis.
O documento conclui recordando que os fiéis que "por enfermidade ou justa causa" não possam sair de casa ou do lugar onde se encontrem, também poderão obter a indulgência plenária.
Para isso deverão estar "unidos com o espírito e o pensamento aos fiéis pressente, particularmente quando as palavras do Supremo Pontífice ou dos bispos diocesanos sejam transmitidas pelo rádio ou televisão, (e) rezem, ali onde se encontrem, o Pai Nosso, a Profissão de fé em qualquer forma legítima e outras orações conforme à finalidade do Ano da Fé oferecendo seus sofrimentos ou os problemas de sua vida".
Assim o estipula o decreto divulgado hoje pelo Vaticano, assinado pelo Cardeal portugês Manuel Monteiro de Castro e pelo Bispo Krzysztof Nykiel, respectivamente Penitenciário Mor e Regente da Penitenciaria Apostólica.
O texto assinala que durante todo o ano do Ano da Fé, obterão a indulgência plenária "da pena temporária pelos próprios pecados repartida pela misericórdia de Deus, aplicável em sufrágio das almas dos fiéis defuntos, todos os fiéis verdadeiramente arrependidos, devidamente confessados, que tenham comungado sacramentalmente e que rezem segundo as orações do pontífice".
Segundo o Decreto "Urbis et Orbis", publicado pela Penitenciaria Apostólica, as condições para lucrar tal indulgência plenária são as seguintes:
a) participar pelo menos em três momentos de pregação durante as Missões, ou em três lições sobre as Atas do Concílio Vaticano II e sobre Artigos do Catecismo da Igreja Católica, em qualquer igreja ou lugar idôneo;
b) visitar em forma de peregrinação uma Basílica Papal, uma catacumba cristã, uma Catedral, ou um lugar santo designado pelo ordinário do lugar para o Ano da Fé (por exemplo entre as Basílicas Menores e os Santuários dedicados à Virgem Maria, aos Santos Apóstolos e aos Santos Patronos), participando aí em alguma sagrada celebração ou pelo menos recolhendo-se por algum tempo em meditação, concluindo com a recitação do Pai-Nosso, a Profissão de Fé em qualquer forma legítima, as invocações à Virgem Santa Maria e, segundo os casos, aos Santos Apóstolos e Patronos;
c) nos dias determinados pelo Ordinário do lugar para o Ano da Fé (por exemplo, nas solenidades do Senhor, da Virgem Maria, nas festas dos Santos Apóstolos e Patronos, na Cátedra de S. Pedro) participar num lugar sagrado numa solene eucaristia ou na liturgia das horas, juntando-lhe a Profissão de Fé em quaquer forma legítima;
d) renovar as promessas batismais em qualquer forma legítima num dia livremente escolhido, durante o Ano da Fé, por ocasião de uma a piedosa visita ao batistério ou outro lugar onde se recebeu o baptismo.
O decreto da Penitenciária Apostólica assinala também que os bispos diocesanos ou eparquiales e os que estão equiparados a eles por direito, nos dias oportunos ou com ocasião das celebrações principais, poderão repartir a Bênção Papal com a Indulgência plenária aos fiéis.
O documento conclui recordando que os fiéis que "por enfermidade ou justa causa" não possam sair de casa ou do lugar onde se encontrem, também poderão obter a indulgência plenária.
Para isso deverão estar "unidos com o espírito e o pensamento aos fiéis pressente, particularmente quando as palavras do Supremo Pontífice ou dos bispos diocesanos sejam transmitidas pelo rádio ou televisão, (e) rezem, ali onde se encontrem, o Pai Nosso, a Profissão de fé em qualquer forma legítima e outras orações conforme à finalidade do Ano da Fé oferecendo seus sofrimentos ou os problemas de sua vida".
domingo, 30 de setembro de 2012
Niguém que olha para trás, é apto ao Reino de Deus
"Ninguém que lança a mão do arado e olha para trás é apto o Reino de Deus"
Lucas 8, 62
Lucas 8, 62
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
As pequenas ocasiões de servir a Deus
"As grandes ocasiões de servir a Deus são raras. As pequenas aparecem sempre".
S.Francisco de Sales
S.Francisco de Sales
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
domingo, 16 de setembro de 2012
sábado, 8 de setembro de 2012
Totus Tuus
Ao entrar e sair do quarto ou do escritório ou local de trabalho, ao iniciar uma atividade ou função, aprender a dizer muitas vezes
TOTUS TUUS
Consideremos que tudo o que façamos no e ao Senhor (os sacrifícios, apostolado, trabalho, família, etc..) será mais valioso se passar e for feito por intermédio da Virgem
E o mesmo que se passa na fase ascendente deverá também passar-se na fase descendente, no pós-batalhas, em que a acção de graças à Santíssima Trindade há-de passar por meio de Maria
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sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Mais apostolado se houver mais oração e mortificação
"Se se atrasa a expansão apostólica, se não influímos espiritualmente no ambiente é porque há que cuidar mais a oração e a mortificação pessoais"
Venerável Álvaro del Portillo. Bispo
Carta Pastoral de Setembro de 1993.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Oração de louvor
"Tudo isto nos ensina que a nossa oração, feita muitas vezes só de pedidos, deve, pelo contrário, ser sobretudo louvor a Deus pelo seu amor, pelo dom de Jesus Cristo, que nos trouxe força, esperança e salvação"
Papa Bento XVI
Audiência Geral sobre Oração de 5 de Setembro de 2012
Papa Bento XVI
Audiência Geral sobre Oração de 5 de Setembro de 2012
De braços abertos
"Ao morrer, Jesus estende os braços. E
ste é, antes de mais, o
gesto da Paixão: deixa-se cravar na Cruz por nós, para nos dar a Sua vida.
Mas
os braços estendidos são ao mesmo tempo a atitude do orante, uma posição que o
sacerdote assume quando, na oração, estende os braços: Jesus transformou a
paixão, o Seu sofrimento e a Sua morte em oração, num ato de amor a Deus e aos
homens.
Por isso os braços estendidos de Cristo crucificado são também um gesto
de abraço, com o qual Ele nos atrai a Si, com o qual Ele nos quer apertar entre
os Seus braços, com Amor.
Assim, Ele é imagem do Deus vivo, é o próprio Deus, e
podemos pôr-nos nas Suas mãos".
Bento
XVI, Homilia em Mariazell, 8-IX-2007
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Desejei ardentemente comer esta Páscoa convosco
Neste post chamei à atenção para o facto de Jesus Cristo, no início da sua paixão, logo no Jardim de Getsemani, "adiantou-se" aos próprios verdugos que o íam buscar.
Em Lucas 22, 15, Jesus Cristo, na véspera da sua paixão, confirma esse seu desejo da Cruz ao referer "Desejei ardentemente comer esta Páscoa convosco"
E, tu e eu, adiantamo-nos ao que nos custa ?
Ou fugimos, na 1ª oportunidade ?
Ou, pior ainda, deixamo-nos trucidar, sem oposição ou resistência ?
Em Lucas 22, 15, Jesus Cristo, na véspera da sua paixão, confirma esse seu desejo da Cruz ao referer "Desejei ardentemente comer esta Páscoa convosco"
E, tu e eu, adiantamo-nos ao que nos custa ?
Ou fugimos, na 1ª oportunidade ?
Ou, pior ainda, deixamo-nos trucidar, sem oposição ou resistência ?
A cruz como trono da glória nas pequenas coisas do dia-a-dia
"Exercitamo-nos diariamente em assumir com diligência o que nos desagrada:
- a
doença, o que é um obstáculo para os nossos projetos, as contrariedades do dia?
Se há visão sobrenatural, descobriremos em cada dia, bastantes ocasiões de nos
unirmos a Jesus e à Virgem Maria, acolhendo com amor as pequenas
contrariedades, talvez não tão pequenas, e oferecendo-as na Santa Missa.
Que
tesouro tão grande podemos acumular para o Céu, à base de pequenos pormenores!
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sábado, 1 de setembro de 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
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