domingo, 18 de janeiro de 2015

Nunca deixem de ser namorados do(a)s esposo(a)s

«Recomendo-vos que, à noite, quando fizerem o exame de consciência, façam também esta pergunta: "Hoje sonhei com o futuro dos meus filhos?"
"Hoje sonhei com o amor do meu esposo ou da minha esposa? Com os meus pais e os meus avós?" Não percam a capacidade de sonhar na família.»
«Quantas dificuldades na vida do matrimónio se resolvem se reservamos um pouco de tempo para refletir, se paramos e pensamos no outro, se sonhamos com as coisas boas que tem. «Nunca deixem de ser namorados.»
 
Papa Francisco 17-1-2015
Encontro com as Famílias nas Filipinas

Pelo sinal da Santa Cruz

Nas tentações grande ou pequenas do dia a dia, há sempre um recurso que podemos utilizar que é tão simples e que nos atualiza tão bem a força de Deus junto de nós

"Pelo sinal da Santa Cruz, livre-nos Deus, Nosso Senhor, dos nossos inimigos"
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Que cruz e que ressurreição ?

Na tentação ou na luta nas pequenas coisas, aceito a Cruz com Cristo que leva sempre à Ressurreição ?

Ou

Fujo da Cruz em troca de um céu aparente e de uma ressurreição fugaz mas que me leva depois à pior das cruzes sem Cristo?

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

A razão ajuda a fé e a fé ilumina a razão

"Partindo verdadeiramente da natureza íntima da fé cristã e, ao mesmo tempo, da natureza do pensamento grego já fundido com a fé, Manuel II podia dizer: Não agir "com ologos" é contrário à natureza de Deus".

VIAGEM APOSTÓLICA DO PAPA BENTO XVI
A MÜNCHEN, ALTÖTTING E REGENSBURG 
(9-14 DE SETEMBRO DE 2006)

DISCURSO DO SANTO PADRE 
AOS REPRESENTANTES DO MUNDO CIENTÍFICO
E CULTURAL DA BAVIERA NA AULA MAGNA 
DA UNIVERSIDADE DE REGENSBURG

Terça-feira, 12 de Setembro de 2006

 

Rezar ao Espírito Santo

"Habitualmente rezamos a Jesus.
Rezamos a Deus, o Pai, especialmente quando rezamos o Pai Nosso.
Mas nós não rezamos tão habitualmente ao Espírito Santo, pois não ?
Ele é esquecido. Mas nós precisamos de pedir a sua ajuda, a sua força e a sua inspiração"”


Angelus de 11 de Janeiro de 2015
Papa Francisco

O pecado é o fracasso das nossas vidas

"O pecado separa-nos de Deus e quebra os laços entre a terra e o céu.
Por isso, a sua consequência é a nossa miséria e o fracasso das nossas vidas"

Papa Francisco
Angelus de 11 de Janeiro de 2015

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Aventura maravilhosa da vida


Hóstias de Louvour

«Sejamos hóstias de louvor à Santíssima Trindade.
Como?
Cumprindo a cada instante a vontade de Deus.»

Santa Teresa dos Andes | 1900 - 1920 Carta 114

Ele tem a necessidade da nossa cooperação

«O Verbo Encarnado desceu à terra
para produzir frutos que nós recebamos;
para realizar a Sua missão
em nós e no mundo,
Ele tem necessidade da nossa cooperação.»

Venerável Pe. Maria-Eugénio do Menino Jesus | 1894 - 1967
Homilias e Conferências, 13.02.1966

Cura do olhar

"O homem, como os seus próprios órgãos genitais, parece estar condenado a uma espécie de exterioridade. Nesse sentido, encontra-se fora de si, está como que fadado a um exílio. A metáfora é oportuna para mostrar que a sexualidade masculina tem uma enorme propensão a não ser amor e a fazer da mulher um objeto sexual. O homem está voltado para fora e a janela através da qual a alma do homem sai, em seu "exílio" pelo mundo, são os olhos. 
Tendencialmente, o homem é um voyeur, alguém que procura o prazer através do "ver", da visão. Por isso a pornografia é uma doença eminentemente masculina, ou seja, quem vê fotos e vídeos de mulheres nuas são homens e quem vê fotos e vídeos de homens nus, são homens também. 
O homem tende a ser um caçador, está sempre à espreita, à procura, com os olhos aguçados. Portanto, a cura do vício da luxúria, para o homem, passa necessariamente pela cura do olhar. É preciso ordenar o olhar de modo que não enxergue a mulher como um objeto
A fé se faz imprescindível nesse processo. É necessário um olhar que enxergue o sobrenatural na mulher, pois se isto não acontecer, dificilmente ela deixará de ser, para o homem, um objeto a ser conquistado; dificilmente ele a amará
 
Prefácio a livro sobre "Teologia do Corpo"

Hodie


Na Basílica dos Mártires, reparo que a cruz que segura na mão tem gravada a palavra "Hodie" — uma das lendas em torno deste santo é a de que terá sido tentado por um corvo que gritava "Cras! Cras!" ["amanhã!" em latim] numa tentativa de adiar a sua conversão ao cristianismo. Em resposta, Expedito terá dito: "Hodie! [hoje!]"

domingo, 4 de janeiro de 2015

A obediência equipara-se ao martírio da decapitação

"«A perfeição do religioso consiste, segundo S. Boaventura, na renúncia à própria vontade que é de tal valor e mérito que se equipara ao martírio pois se o machado do verdugo faz rodar por terra a cabeça da vítima, a espada da obediência imola a Deus a vontade que é a cabeça da alma»
 
As nossas regras são uma mina inesgotável para o Céu (...).
Contra a obediência, com efeito, não há senão pecado e imperfeição; sem ela, os actos más excelentes desmerecem; con ela o que não está proibido chega a ser virtude, o bom faz-se melhor.
Introduz na alma todas as virtudes, e uma vez introduzidas conserva-as», multiplica os actos do espírito, santificando todos os momentos da nossa vida; nada deixa à natureza, senão tudo a Deus.
O Divino Mestre, segundo a bela expressão de San Bernardo, «tomou em tão grande estima esta virtude que se fez obediente até à morte, querendo antes perder a vida do que a obediência".
 
"O Santo Abandono", Página 17.
Dom Vital Lehoday 

sábado, 3 de janeiro de 2015

Jesus existiu mesmo ?



Nas "Antiguidades judaicas", o historiador judeu Flávio Josefo (que morreu cerca do ano 100) alude a Jesus no âmbito do processo de Tiago, «irmão de Jesus, chamado o Cristo».
Arquivista na corte do imperador Adriano, Suetónio evoca em "As vidas dos doze césares" «judeus que não cessavam de perturbar a cidade (Roma) por causa de um certo "Christus"». Tácito, outro historiador romano, descreve o incêndio que destruiu Roma em 64, causado, segundo o imperador Nero, pelos cristãos: «Este nome de cristão vem-lhes do nome de Cristo, que foi condenado no reino de Tibério, pelo procurador Pôncio Pilatos (...)».
Encontram-se outras alusões a Cristo e aos seus seguidores no governador Plínio, o Jovem (61-114), no filósofo romano Celso (séc. II) e também no Talmude de Babilónia, que reteve por escrito, no séc. IV, toda a tradição judaica oral: «Na véspera da Páscoa, suspendeu-se Yeshu (...)».
Esta acumulação de testemunhos judaicos e romanos, insuspeitos de simpatias, e até mesmo hostis ao cristianismo, sustenta a convicção dos cientistas quanto à existência histórica de Jesus.
Recentemente, descobertas arqueológicas vieram corroborar a existência de personagens e práticas citadas nos Evangelhos. A base de uma estátua com os nomes de Tibério e Pôncio Pilatos foi exumada em Cesareia, atual Israel, em 1961.

 
 In "Pèlerin" 
Trad. / edição: Rui Jorge Martins 

Que amoleça este coração

«Rezai muito por mim a Jesus, a fim que amoleça bem este coração endurecido e se torne totalmente abrasado pelo amor».

Santa Teresa Margarida de Redi | 1747 - 1770 Carta 11

Dá ao Teu Deus o mais que puderes

«O Verbo Se fez Carne;
o Amor tornou-Se visível:
Não pede outra coisa senão amor.
Dá ao Teu Deus o mais que puderes:
amando, tanto mais o amor cresce.»

Beata Maria Cândida da Eucaristia | 1884 - 1949
Novenas, Pensamentos e Poesias, 42

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Queremos a escravidão ou a liberdade ?

"Vivemos como filhos ou como escravos? Vivemos como pessoas batizadas em Cristo, ungidas pelo Espírito Santo, resgatadas, livre? Ou vivemos segundo a lógica mundana, corrompida, fazendo aquilo que o diabo nos faz crer que é o nosso interesse?
Há sempre no nosso caminho existencial uma tendência a resistir à libertação; temos medo da liberdade e, paradoxalmente, preferimos mais ou menos inconscientemente a escravidão. A liberdade assusta-nos porque nos coloca diante do tempo e defronte da nossa responsabilidade de o viver bem. A escravidão reduz o tempo a "momento", e assim sentimo-nos mais seguros, isto é, faz viver momentos desligados do seu passado e do nosso futuro. Por outras palavras, a escravidão impede-nos de viver plenamente e realmente o presente, porque o esvazia do passado e fecha-o ao futuro, à eternidade. A escravidão faz-nos acreditar que não podemos sonhar, voar, esperar.
(....)
No nosso coração aninha-se a nostalgia da escravidão, porque é aparentemente mais reconfortante, mais do que a liberdade, que é muito mais arriscada. 
(...)
Ao concluir este ano, no agradecer e no pedir perdão, far-nos-á bem pedir a graça de poder caminhar em liberdade para poder assim reparar os muitos danos feitos e poder defender-nos da nostalgia da escravidão, de não "nostalgiar" a escravidão.
A Virgem Santa, que está precisamente no coração do tempo de Deus, quando o Verbo - que estava no princípio - se fez um de nós no tempo; ela que deu ao mundo o Salvador, nos ajude a acolhê-lo de coração aberto, para sermos e vivermos verdadeiramente livres como filhos de Deus."
 Papa Francisco
Mensagem 31-12-2014
 

 
 

domingo, 28 de dezembro de 2014

Pedir a graça da coerência

"Para acolher verdadeiramente Jesus na nossa existência e prolongar a alegria da noite santa, o caminho é precisamente o indicado pelo Evangelho de hoje, isto é, dar testemunho de Jesus na humildade, no serviço silencioso, sem medo de andar contracorrente e de sofrer as consequências. E se nem todos são chamados, como Santo Estêvão, a derramar o próprio sangue, a cada cristão, todavia, é pedido que seja coerente em cada circunstância com a fé que professa. E a coerência cristã é uma graça que devemos pedir ao Senhor. Ser coerentes, viver como cristãos, e não dizer «sou cristão» e viver como pagão. A coerência é uma graça a pedir hoje.
Seguir o Evangelho é decerto um caminho exigente, mas belo, belíssimo, e quem o percorre com fidelidade e coragem recebe o dom prometido pelo Senhor aos homens e às mulheres de boa vontade. Como cantavam os anjos no dia de Natal: «Paz! Paz!». Esta paz dada por Deus é capaz de confortar a consciência daqueles que, através das provações da vida, sabem acolher a Palavra de Deus e se comprometem a observá-la com perseverança até ao fim. (....)
Não esqueceis: coerência cristã, isto é, pensar, sentir e viver como cristão, e não pensar como cristão e viver como pagão: isso não! Hoje peçamos a Santo Estêvão a graça da coerência cristã. E por favor, continuai a rezar por mim, não o esqueceis".
 
Papa Francisco 
Alocuções antes e após oração do Angelus, Vaticano, 26.12.2014 
Trad. / edição: Rui Jorge Martins 
Publicado em 26.12.2014
 
 
L’arcivescovo francese Jean Honoré (1920-2013), già membro del comitato di redazione del Catechismo che aveva lavorato sotto il coordinamento del cardinale Joseph Ratzinger, lo aveva scritto anche su L'Osservatore Romano, in un articolo del 27 gennaio '93: «Non dando tutto il rilievo dovuto all'azione preveniente della grazia del Signore, e alla presenza interiore dello Spirito» aveva scritto il futuro cardinale Honoré, raccontando il lavoro di stesura «il Catechismo rischiava di non integrare al suo interno uno dei dati - il più fondamentale - dell'agire morale secondo il Vangelo. Si era voluto evitare la trappola della casistica. Si sfiorava quella del moralismo. Al limite, il nostro progetto conservava una tonalità pelagiana che era importante correggere».
 Comentário de Gianni Valente (26/12/2015) Vatican Insider

Papa Francesco, quando richiama alla coerenza i cristiani, riafferma sempre la continua dipendenza dalla grazia.
Per lui, chi rivendica magari con ostentazione la propria identità cristiana e poi vive ordinariamente nell’incoerenza, finisce per oscurare proprio quella dinamica sovrannaturale per cui sia il diventare cristiani che il comportarsi da cristiani sono frutto della grazia e non esito di una propria prestazione.
Per questo, e non per un perfezionismo rigorista, l’incoerenza dei cristiani dà scandalo. E per lo stesso motivo, lo spettacolo della coerenza non desta solo ammirazione morale, ma può aprire a qualcosa d’altro.
 «Se ti trovi davanti un ateo che ti dice che non crede in Dio» ha detto Papa Francesco nell’omelia di Santa Marta lo scorso 27 febbraio «tu puoi leggergli tutta una biblioteca dove si dice che Dio esiste, e anche si prova che Dio esiste, e lui non avrà fede… Ma se davanti a questo ateo tu dai testimonianza di coerenza e di vita cristiana, qualcosa comincerà a lavorare nel suo cuore». E «sarà proprio la tua testimonianza che a lui porterà l’inquietudine sulla quale lavora lo Spirito Santo».
 

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

15 doenças

A oração cotidiana, a participação assídua nos Sacramentos, de modo particular na Eucaristia e na reconciliação, o contato cotidiano com a palavra de Deus e a espiritualidade traduzida em caridade vivida são alimento vital para cada um de nós”, indicou.
Francisco lembrou que a Cúria é chamada a melhorar constantemente e a crescer em comunhão, santidade e sabedoria para realizar sua missão. Porém, como todo corpo, ela também está exposta a algumas doenças, que enfraquecem o serviço a Deus.
 
O Santo Padre fez um “catálogo” dessas doenças que podem afetar a Cúria, elencando 15 itens:
 
1 – sentir-se imortal, imune ou até mesmo indispensável, negligenciando os controles necessários e habituais. “Uma Cúria que não faz autocrítica, que não se atualiza é um corpo enfermo”. É o “complexo dos eleitos, do narcisismo”
 
2 – a doença do “martalismo” (que vem de Marta), da ocupação excessiva, os que trabalham sem usufruirem do melhor. A falta de repouso leva ao stress e à agitação
 
3 – a doença do “empedramento” mental e espiritual, isso é, daqueles que têm coração de pedra. Quando se perde a serenidade interior, a vivacidade e a audácia e nos escondemos atrás de papeis, deixando de ser “homens de Deus”
 
4 – planejamento excessivo e funcionalismo, tornando o apóstolo um contador ou comercialista. “Quando o Apóstolo planifica tudo minuciosamente e pensa que assim as coisas progridem torna-se num contabilista”. É a tentação de querer pilotar o Espírito Santo
 
5 – má coordenação, sem harmonia entre as partes do “corpo”.
 
6 – “Alzheimer espiritual”, ou seja, o esquecimento da história da Salvação, da história com o Senhor, do “primeiro amor”
 
7- rivalidade e orgulho, quando a aparência, as cores das vestes e insígnias de honra tornam-se o objetivo primário da vida. “Leva-nos a ser falsos e a viver um falso misticismo”
 
8– esquizofrenia existencial, que é a doença dos que vivem uma vida dupla, fruto da hipocrisia típica do medíocre e do progressivo vazio espiritual que licenciaturas ou títulos acadêmicos não podem preencher
 
9 – fofocas, murmurações e mexericos. “É a doença dos velhacos que não tendo a coragem de falar diretamente falam pelas costas. Defendamo-nos do terrorismo dos mexericos”
 
10 – a doença de divinizar os chefes, que é a daqueles que cortejam os superiores esperando obter sua benevolência. “Vivem o serviço pensando unicamente àquilo que devem obter e não ao que devem dar”. Pode acontecer também aos superiores
 
11- indiferença para com os outros. “Quando se esconde o que se sabe. Quando por ciúme sente-se alegria em ver a queda dos outros em vez de o ajudar a levantar”
 
12 – doença da “cara fúnebre”, de pessoas carrancudas que pensam que para serem sérias é preciso pintar a face de melancolia, de severidade e tratar os outros com rigidez, dureza e arrogância. “O apóstolo deve esforçar-se por ser uma pessoa cortês, serena, entusiasta e alegre e que transmite alegria…”. “Como faz bem uma boa dose de são humorismo”
 
13 – a doença do acumular, quando o apóstolo procura preencher um vazio existencial no seu coração acumulando bens materiais, não por necessidade, mas para se sentir seguro
 
14 – doença dos círculos fechados, onde a pertença ao grupinho se torna mais forte que aquela ao Corpo e, em algumas situações, ao próprio Cristo
 
15 – a doença do lucro mundano, do exibicionismo. “Quando o apóstolo transforma o seu serviço em poder e o seu poder em mercadoria para obter lucros mundanos ou mais poder”.
 
“Irmãos, tais doenças e tentações são naturalmente um perigo para cada cristão e para cada cúria, comunidade, congregação, paróquia, movimento eclesial…e podem atingir seja em nível individual seja comunitário”, disse o Papa, lembrando que apenas o Espírito Santo é capaz de curar toda enfermidade.
 
Discurso do Papa Francisco à Cúria Romana 22-12-2014

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Uma pessoa enamorada enche o dia de delicadezas

"Uma pessoa enamorada enche o dia de delicadezas, não contorna o sacrifício, nem a entrega, nem se deixa levar por desculpas ou regateios.
Essa alma, ainda sendo feliz, nunca está satisfeita da sua entrega ao amado: menos ainda, quando é Deus o mote do seu amor"


Beato Álvaro del Portillo. Bispo.

In Recuerdo de Alvaro del Portillo. Prelado do Opus Dei. Salvador Bernal, Rialp, pág. 20

Um farol na noite

´"Não é um estado de ânimo, nem depende da saúde, nem da situação profissional ou familiar em que um se encontre.
Por cima da ressaca da vida, com os seus altos e baixos, com as suas dores e alegrias, a nossa vocação divina brilha sempre como um farol na noite, assinalando inequivocamente o rumo do nosso caminhar para Deus.
Isto é o que conta, minhas filhas e meus filhos.
Isto é o definitivo.
Tudo o resto que possa acontecer-nos, é transitório.
Não o esqueçamos nunca !"

Beato Álvaro del Portillo. Bispo.

In Recuerdo de Alvaro del Portillo. Prelado do Opus Dei. Salvador Bernal, Rialp, pág. 20

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