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sábado, 16 de janeiro de 2016

Senhor vem com a tua Misericórdia

"Estas investidas do amor próprio, que alienam a misericórdia do mundo, são tais e tantas que frequentemente nem sequer somos capazes de as reconhecer como limite e como pecado. Este é o motivo pelo qual é preciso reconhecer que somos pecadores para reforçar em nós a certeza da misericórdia divina. 
E ensinou aos fiéis uma “oração fácil”, ao reconhecer diariamente nossa condição de pecadores, devemos implorar a Deus: “Senhor, vem com a tua misericórdia”.

Audiência 9-XI-2015
Papa Francisco

Pôr em prática a misericórdia nas circunstâncias comuns

Animando-nos a zelar por nossos maridos, esposas e filhos, o Papa afirmou que o matrimonio é como uma planta, um planta que está viva e que precisamos cuidar todos os dias. Igualmente, a vida de um casal jamais deve ser dada por ‘óbvia’, em nenhuma fase... e convidou a recordar que o dom mais precioso para os filhos não são as coisas, mas o amor dos pais, o amor entre eles em sua relação conjugal – o que faz bem tanto a eles mesmos como a seus filhos.

Antes de despedir-se, o Papa Francisco convidou a termos a misericórdia como meta nas relações entre os cônjuges, entre os pais e os filhos e entre os filhos e os irmãos, sem descuidarmos dos avós. 
Porque como explicou, é preciso viver o Jubileu na Igreja doméstica e não só nos grandes eventos, tendo em conta que o Senhor ama quem põe em prática a misericórdia nas circunstâncias comuns.
Concluindo, disse que seu desejo é que experimentemos a alegria da misericórdia, começando por nossas famílias, e pediu que a levássemos a todos os nossos parentes, amigos, idosos e enfermos.

Audiência 21-XI-2015
Papa Francisco

Propostas para o ano do Jubileu


terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Um coração igual ao de Jesus

"Para superar a indiferença e as nossas pretensões de omnipotência, gostaria de pedir a todos para viverem este tempo de Quaresma como um percurso de formação do coração, a que nos convidava Bento XVI (Carta enc. Deus caritas est, 31*).
Ter um coração misericordioso não significa ter um coração débil. Quem quer ser misericordioso precisa de um coração forte, firme, fechado ao tentador mas aberto a Deus;
um coração que se deixe impregnar pelo Espírito e levar pelos caminhos do amor que conduzem aos irmãos e irmãs;
no fundo, um coração pobre, isto é, que conhece as suas limitações e se gasta pelo outro.
Por isso, amados irmãos e irmãs, nesta Quaresma desejo rezar convosco a Cristo: «Fac cor nostrum secundum cor tuum – Fazei o nosso coração semelhante ao vosso» (Súplica das Ladainhas ao Sagrado Coração de Jesus).
Teremos assim um coração forte e misericordioso, vigilante e generoso, que não se deixa fechar em si mesmo."
 
Mensagem para a Quaresma de 2015
Papa Francisco
 
*" a « formação do coração »: é preciso levá-los àquele encontro com Deus em Cristo que neles suscite o amor e abra o seu íntimo ao outro de tal modo que, para eles, o amor do próximo já não seja um mandamento por assim dizer imposto de fora, mas uma consequência resultante da sua fé que se torna operativa pelo amor (cf. Gal 5, 6)".

domingo, 17 de novembro de 2013

Papa recomenda Terço da Misericórdia

Ao final do tradicional encontro dominical na Praça São Pedro, o Papa Francisco recomendou um “remédio espiritual” chamado “Misericordina” que seria distribuído por voluntários aos presentes, dizendo, em tom de brincadeira:
“Alguém pode pensar: o Papa é um farmacêutico agora?”.
A bem da verdade, este ‘remédio espiritual’ nada mais é do que uma pequena caixa lembrando uma caixa de remédio, contendo no seu interior uma imagem de Jesus da Misericórdia, um terço com as 59 contas, acompanhado de uma ‘bula’ com ‘prescrições’ e posologia, como por exemplo, procurar um local silencioso e ajoelhar-se diante de uma imagem de Jesus da Misericórdia onde está escrito “Jesus, eu confio em ti”.
No verso da 'bula', algumas passagens do Diário de Madre Faustina kowalska.
O Papa observou que com aquele terço poderia ser rezado o Terço da Misericórdia, “ajuda espiritual para a nossa alma, para nossa vida e para divulgar em todo lugar o amor, o perdão e a fraternidade”. E insistiu: “Não esqueçam de pegá-la, porque faz bem, eh? Faz bem ao coração, à alma e para toda a vida”.

17-11-2013
Papa Francisco Angelus

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Entrevista do Papa

A fórmula de aceitação da eleição como Santo Padre, podia ser a fórmula que qualquer cristão poderia dizer ao Senhor, ao levantar-se de manhã.

Aí está presente a Misericórdia e a Paciência de Deus, a nossa condição de pecadores e a necessidade de um espírito permanente de penitência.

: Peccator sum, sed super misericordia et infinita patientia Domini nostri Jesu Christi, confusus et in spiritu penitentiae, accepto». (Sou pecador, mas confiado na misericórdia e paciência infinita de Nosso Senhor Jesus Cristo, confundido e em espírito de penitência, aceito).

Entrevista ao Papa Francisco 20-IX-2013

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

A virtude da paciência

 Esta capacidade de suportar tem por fundamento o Evangelho e o exemplo de Cristo, e torna-se possível pela fé.
Francisco, com efeito, prossegue o discurso dirigido a frei Leão, afirmando que constitui uma graça do Espírito Santo poder «vencer-se a si próprio e suportar de boa vontade, por amor de Cristo, penas, injúrias, opróbrios e incomodidades», sem se gabar disso, mas pondo a própria glória apenas na Cruz de Cristo: «Na cruz da tribulação e da aflição podemos gloriar-nos, mas, como diz o Apóstolo:Não me quero gloriar a não ser na Cruz de nosso Senhor Jesus Cristo (Gl 6,14)».
A referência a Cristo e à sua Cruz é uma referência ao vértice da história de Deus com a humanidade, que também é a história da paciência de Deus para com o homem, e da sua capacidade de suportar o povo de «cerviz dura» (Dt 9,6.13; 2 Cr 30,8; Ne 9,29, Jr 17,23; Br 2,30; Ez 3,7). É a história da perseverante fidelidade de Deus para com um povo infiel.
Com efeito, a paciência de Deus não é impassibilidade nem passividade, mas a longa respiração da sua paixão, paixão de amor que aceita sofrer esperando os tempos do homem e a sua conversão: «Não é que o Senhor tarde em cumprir a sua promessa, como alguns pensam, mas simplesmente usa de paciência (makrothymeî) para convosco, pois não quer que ninguém pereça, mas que todos se convertam» (2 Pe 3,9). Por isso, o tempo concedido ao homem deve ser considerado como revelação da «longanimidade» de Deus, da suamakrothymía, e, portanto, apreendido como «salvação» (2 Pe 3,15).
(...)
A paciência divina não é ausência de cólera, mas capacidade de elaborá-la, de domá-la, de interpor uma espera entre a sua insipiência e a sua manifestação:
«Muitas vezes conteve a sua ira,
e não deixou que o seu furor de avivasse.
Lembrou-se de que eles eram humanos,
um sopro que passa e não volta mais (Sl 78,38-39).
A paciência é o olhar generoso de Deus fixo no homem, olhar que não se detém nos detalhes, no acidente de percurso, que não considera o pecado definitivo, mas que o coloca no contexto de todo o caminho existencial que o homem é chamado a percorrer. Portanto, ela expõe Deus ao risco de não ser tomado a sério, de ser «usado» pelo homem. Paulo dirige ao judeu esta pergunta retórica: «Não estarás tu a desprezar... a paciência de Deus?» (cf. Rm 2,4).
Em Cristo e, de modo particular, na sua paixão e morte, a paciência de Deus alcança o seu ápice enquanto assunção radical da incapacidade e debilidade do homem, do seu pecado. Em Cristo, Deus aceita «carregar o fardo», «suportar» a insuficiência e incapacidade humanas, assumindo a responsabilidade pelo homem na sua falibilidade. A «paciência de Cristo (2 Ts 3,5) exprime assim o amor de Deus, do qual é sacramento. «O amor paciente (makrothymeí)» (1 Cor 13,4); «o amor tudo suporta (hypoméneí)» (1 Cor 13,7).
Além disso, para o cristão, a paciência é fruto do Espírito (cf. Gl 5,22) e declina-se como perseverança e constância nas tribulações e nas provas, como capacidade de suportar e de tolerar quem causa aborrecimentos e suscita conflitos, como olhar longânime frente às incapacidades alheias. A paciência é a arte de viver a insuficiência. E a insuficiência, encontramo-la nos outros, mas também em nós, na realidade e em Deus. O suportar paciente do outro, que é sentido como aborrecido ou hostil, caminha a par e passo com a paciência para consigo mesmo e para com as suas incongruências, frente aos acontecimentos que se opõem aos nossos desejos e à nossa vontade, frente a Deus, cujo desígnio de salvação continua incompleto.
(....)
Não é por acaso que o Novo Testamento exorta com frequência a ter paciência e a suportar os outros no contexto de difíceis relações comunitárias: «Suportai-vos uns aos outros e perdoai-vos mutuamente, se alguém tiver razão de queixa contra outro» (Cl 3,13). O suportar-se mutuamente é manifestação de caridade destinada a conservar a unidade e a paz na comunidade: «Procedei... com toda a humildade e mansidão, com paciência: suportando-vos uns aos outros no amor» (Ef 4,1-2). Na comunidade cristã, [os irmãos] experimentam que são um peso uns para os outros, mas tal experiência pode tornar-se ocasião de caridade e de seguimento de Cristo: «Carregai as cargas uns dos outros e assim cumprireis plenamente a lei de Cristo» (Gl 6,2).
Na tradição cristã, a paciência é considerada uma virtude, ou até «a maior virtude (summa virtus)». Para Cipriano, ela é essencial para a vida teologal: «O facto de sermos cristãos pertence à fé e à esperança. Contudo, é necessária a paciência para que a esperança e a fé possam chegar a dar fruto». Gregório Magno associa a perfeição cristã à paciência:
(...).
A paciência é uma arte que não tem nada a ver com o suportar passivamente o sofrimento. Pelo contrário, quem não tem paciência sofre com muito maior frequência. A atitude paciente - mas livre e amorosa - de suportar quem é incómodo, antipático, aborrecido, lento, carenciado, equipara-se ao amor ao inimigo (cf. Mt 5,38-48; Lc 6,27-35). E requer que trabalhemos sobre nós mesmos para aprendermos a conhecer e a amar o inimigo que existe em nós, aquilo que em nós é incómodo, aquilo que nos é insuportável e que Deus, em Cristo, suportou pacientemente, amando-nos de modo incondicional.
 
Luciano Manicardi
In A caridade dá que fazer, ed. Paulinas

quarta-feira, 13 de março de 2013

"Olhando-o com misericórdia, escolheu-o"

O lema episcopal do até hoje Cardeal Argentino Jorge Bergoglio é a passagem bíblica em que Jesus chama o apóstolo Mateus
"Miserando atque eligendo" que pode ser traduzido-o por
"Olhando-o com Misericórdia, escolheu-o"

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Oferecer a nossa vida a Deus nos braços da cruz de cada dia

«Nossa Senhora tanto nos recomendou a oração e o sacrifício pela conversão dos pecadores:
Rezai, rezai muito e fazei sacrifícios pelos pecadores.
Vão muitas almas para o Inferno, por não haver quem se sacrifique e peça por elas”»
(Fátima, 19 de Agosto de 1917).

«Sim, orar e sacrificarmo-nos, porque toda a nossa vida deve ser um holocausto oferecido a Deus nos braços da cruz de cada dia, em união com a Cruz de Cristo, pela salvação das almas, cooperando com Ele na obra redentora, como membros do Seu Corpo Místico, a Igreja, que trabalha, ora e sofre, unida intimamente à sua Cabeça, pelo resgate da humanidade.»
Serva de Deus Ir. Lúcia de Jesus, O Rosário com a Irmã Lúcia, Mistérios Luminosos 3º mistério

"Todos nós estamos muito necessitados da Misericórdia Divina !
Ofende-se tanto a N. Sr !
Como filhos que desejam dar alegrias ao seu Pai Deus, convencidos de que somos pobres homens.
Que seria de nós se Ele não nos sustentasse !?
Procurem amar pelos que não amam; pedir perdão pelos que não se arrependem, entregar-nos à corredenção"

D. Javier Echevarria. Bispo. Carta Pastoral de Agosto de 1994.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Terço da Misericórdia

Em 1933, Deus ofereceu a Irmã Faustina uma impressionante visão de Sua Misericórdia. A Irmã nos conta:
"Vi uma grande luz, e nela Deus Pai. Entre esta luz e a Terra vi Jesus pregado na Cruz de tal maneira que Deus, querendo olhar para a Terra, tinha que olhar através das chagas de Jesus.
E compreendi que, somente por causa de Jesus, Deus está abençoando a Terra." Jesus disse à Irmã Faustina:

"Às três horas da tarde implora à Minha Misericórdia, especialmente pelos pecadores, e, ao menos por um breve tempo, reflete sobre a Minha Paixão, especialmente sobre o abandono em que Me encontrei no momento da agonia. Esta é a hora de grande Misericórdia para o mundo inteiro."

"Nessa hora nada negarei à alma que Me pedir em nome da Minha Paixão."

"Lembro-te, Minha filha, que todas as vezes que ouvires o bater do relógio, às três horas da tarde, deves mergulhar toda na Minha misericórdia, adorando-a e glorificando-a. Invoca a sua onipotência em favor do mundo inteiro e especialmente dos pobres pecadores, porque nesse momento ela está largamente aberta para cada alma. Nessa hora, conseguirás tudo para ti e para os outros. Naquela hora, o mundo inteiro recebeu uma grande graça: a Misericórdia venceu a Justiça.
Procura rezar nessa hora a Via-Sacra, na medida em que te permitirem os teus deveres, e se não puderes rezar a Via-Sacra, entra ao menos por um momento na capela, e adora a meu Coração, que está cheio de Misericórdia no Santíssimo Sacramento. Se não puderes ir à capela, recolhe-te em oração onde estiveres, ainda que seja por um breve momento."

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