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domingo, 14 de fevereiro de 2016

A prontidão para as pequenas mortificações voluntárias

"(...) a disponibilidade para servir a todos, a enorme capacidade de trabalho e sobretudo, a decisão de estar sempre atento ao que Deus lhe pedia, com a oração e a mortificação; nunca reduzia a mortificação que é outro modo de rezar.
Além da prontidão com que cumpria o próprio dever, inclusive nos dias de doença e esgotamento físico, vi-o praticar pequenas mortificações voluntárias (...)"


Comentários de D. Javier Echevarria sobre o Beato D. Álvaro del Portillo

in "Recuerdos de Alvaro del Portillo". Salvador Bernal. RIALP
Pág. 281

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Avançar um passo a cada dia, sem retroceder

"(...) a nossa fraqueza, o pecado original e o diabo sempre nos levam para trás”. 

O autor da Carta aos Hebreus, acrescentou, “nos adverte contra esta tentação de retroceder”, de “regredir, de ceder”

É preciso “ir avante – exortou – sempre: um pouco a cada dia” mesmo “quando existe uma grande dificuldade”:

“Alguns meses atrás, encontrei uma mulher. Jovem, mãe de família – uma bela família – que tinha um câncer. Um câncer feio. Mas ela vivia com felicidade, agia como se estivesse saudável. E falando desta atitude, me disse: ‘Padre, faço de tudo para vencer o câncer!’. 
Assim deve ser o cristão. Nós que recebemos este dom em Jesus Cristo e passamos do pecado, da vida de injustiça à vida do dom em Cristo, no Espirito Santo, devemos fazer o mesmo. 
Um passo a cada dia. Um passo a cada dia”.

(...)

O Papa indicou algumas tentações, como a “vontade de falar mal” de alguém
E naquele caso, disse, é preciso se esforçar para calar. 
Ou quando ficamos com preguiça de rezar, mas depois acabamos rezando um pouco. Partir das pequenas coisas, reiterou Francisco:

“Nos ajudam a não ceder, a não retroceder, a não voltar para a injustiça, mas a ir avante rumo a este dom, esta promessa de Jesus Cristo, que será propriamente o encontro com Ele. 
Peçamos ao Senhor esta graça: de sermos bons, de sermos bons neste treinamento da vida rumo ao encontro, porque recebemos o dom da justificação, o dom da graça, o dom do Espírito em  Cristo Jesus”. 


Homilia do Papa Francisco na Casa de Sta Marta, 22 de Outubro de 2015

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Negligência, a dissipação, os apegos

"Com absoluta confiança devemos acreditar que Deus não há-de permitir que sejamos tentados acima das nossas forças, fiel como é às suas promessas; mas isto na condição de que «quem pensa que está firme, mire para que não caía», e de que cada um «vele e reze para não cair em tentação».
Nas consolações e na aridez, nas luzes e nas obscuridades, na calma e na tempestade, no meio destas e outras vicissitudes que agitam a vida espiritual, haveremos de começar por suprimir, se disso houver necessidade, a negligência, a dissipação, os apegos, quantas causas voluntárias se oponham à graça; procurando ao mesmo tempo permanecer constantes no nosso dever em face de tantas tantas variações".

 Santo Abandono Lehodey Página 35

segunda-feira, 27 de julho de 2015

O mundo necessita de homens abertos ao Espírito Santo

"O mundo tem necessidade de homens e mulheres que não estejam fechados, mas repletos de Espírito Santo, disse ainda o Papa, acrescentando que o fechamento ao Espírito não apenas é falta de liberdade, mas também pecado, e elencando os modos como nos podemos fechar ao Espírito:
“Há muitas maneiras de fechar-se ao Espírito Santo: no egoísmo do próprio benefício, no legalismo rígido – como a atitude dos doutores da lei que Jesus chama de hipócritas –, na falta de memória daquilo que Jesus ensinou, no viver a existência cristã não como serviço mas como interesse pessoal, e assim por diante.
O mundo necessita da coragem, da esperança, da fé e da perseverança dos discípulos de Cristo.
 O mundo precisa dos frutos do Espírito Santo: «amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, autodomínio»”.
O dom do Espírito Santo foi concedido em abundância à Igreja e a cada um de nós, para podermos viver com fé genuína e caridade operosa, para podermos espalhar as sementes da reconciliação e da paz, disse o Papa a concluir, invocando para que, fortalecidos pelo Espírito e seus múltiplos dons, nos tornemos capazes de lutar, sem abdicações, contra o pecado e a corrupção e dedicar-nos, com paciente perseverança, às obras da justiça e da paz"
Homilia de domingo de Pentecostes, 25-5-2015, Papa Francisco

Mística que nos anima

"(...) não é possível empenhar-se em coisas grandes apenas com doutrinas, sem uma mística que nos anima, sem «uma moção interior que impele, motiva, encoraja e dá sentido à acção pessoal e comunitária».
Temos de reconhecer que nós, cristãos, nem sempre recolhemos e fizemos frutificar as riquezas dadas por Deus à Igreja, nas quais a espiritualidade não está desligada do próprio corpo nem da natureza ou das realidades deste mundo, mas vive com elas e nelas, em comunhão com tudo o que nos rodeia".
 
Laudato Si. Papa Francisco. Ponto 216

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Espírito de caridade, fortaleza e moderação

"Paulo, apóstolo de Jesus Cristo por vontade de Deus, para anunciar a promessa da vida que está em Cristo Jesus, a Timóteo, meu filho caríssimo: 
(...)
 Deus não nos deu um espírito de timidez, mas de fortaleza, de caridade e moderação". 
 
2 Tim. 1,1-8.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Seguir a Jesus quando nos falta a vontade

«Se a minha humanidade se encontra menos forte e resoluta
para realizar qualquer coisa de difícil ou de árduo,
costumo incitar-me a fazê-lo
com este pensamento:
“O meu Jesus não o fez também por mim?”».

Santa Teresa Margarida de Redi | 1747 - 1770
Pensamentos, 189

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Pedir a Maria que torne decidida a minha vontade

«Quero fixar o olhar em Maria, quero tomá-La por modelo. Tenho tanta necessidade da sua ajuda a materna para obter do Deus bendito,
a completa transformação do meu espírito.


 Com coração humilde invocarei frequentemente a minha a Mãe querida, Maria, e com ternura filial, Lhe pedirei para tornar decidida a minha vontade, para praticar a virtude ainda que me custe o sangue

Beata Maria Josefina de Jesus Crucificado | 1894 - 1948
Diário II, P.134

terça-feira, 27 de maio de 2014

Fortalecer-nos de humildade

«Não nos queixemos de temores,
nem nos desanime o ver fracos os nossos esforços e natureza,
mas procuremos fortalecer-nos de humildade
e entender o pouco que podemos por nós mesmas
e que, se Deus não nos favorece,
não somos nada.»

Santa Teresa de Jesus | 1515 – 1582
Conceitos de Amor de Deus

quinta-feira, 15 de maio de 2014

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Coragem na luta

"Queixas-te daquilo que te devia dar a maior felicidade.
Onde estaria o teu mérito se tivesses que lutar apenas quando sentisses coragem?
O que conta é quando não tiveres nenhuma, mas agires como se tivesses!" --

Sta Teresinha do Menino Jesus
Counseils et Sourvenirs

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Isaías 58

Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão, e à casa de Jacó os seus pecados.
Todavia me procuram cada dia, tomam prazer em saber os meus caminhos, como um povo que pratica justiça, e não deixa o direito do seu Deus; perguntam-me pelos direitos da justiça, e têm prazer em se chegarem a Deus,
Dizendo: Por que jejuamos nós, e tu não atentas para isso? Por que afligimos as nossas almas, e tu não o sabes? Eis que no dia em que jejuais achais o vosso próprio contentamento, e requereis todo o vosso trabalho.
Eis que para contendas e debates jejuais, e para ferirdes com punho iníquo; não jejueis como hoje, para fazer ouvir a vossa voz no alto.
Seria este o jejum que eu escolheria, que o homem um dia aflija a sua alma, que incline a sua cabeça como o junco, e estenda debaixo de si saco e cinza? Chamarias tu a isto jejum e dia aprazível ao Senhor?
Porventura não é este o jejum que escolhi, que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo e que deixes livres os oprimidos, e despedaces todo o jugo?
Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres abandonados; e, quando vires o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?
Então romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará, e a tua justiça irá adiante de ti, e a glória do Senhor será a tua retaguarda.
Então clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniquamente;
E se abrires a tua alma ao faminto, e fartares a alma aflita; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia.
E o Senhor te guiará continuamente, e fartará a tua alma em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; e serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca faltam.
E os que de ti procederem edificarão as antigas ruínas; e levantarás os fundamentos de geração em geração; e chamar-te-ão reparador das roturas, e restaurador de veredas para morar.
Se desviares o teu pé do sábado, de fazeres a tua vontade no meu santo dia, e chamares ao sábado deleitoso, e o santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falares as tuas próprias palavras,
Então te deleitarás no Senhor, e te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do Senhor o disse.
Isaías 58:1-14

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Afrontar o perigo e suportar a adversidade

"Desejo prestar homenagem a todos estes corajosos desconhecidos.
A todos os que têm a coragem de dizer "não" ou "sim", quando custa!
Aos homens que dão testemunho singular de dignidade humana e profunda humanidade. Precisamente porque são desconhecidos, merecem homenagem e um reconhecimento particular.
Segundo a doutrina de São Tomás, a virtude da fortaleza encontra-se no homem,
— que está pronto a "aggredi pericula", isto é, a afrontar o perigo;
— que está pronto a "sustinere mala", isto é, a suportar a adversidade por uma causa justa, pela verdade, pela justiça, etc.
A virtude da fortaleza requer sempre alguma superação da fraqueza humana e sobretudo do medo.
O homem, de facto, por natureza teme espontaneamente o perigo, os dissabores e os sofrimentos. preciso, por isso, procurar os homens corajosos não só nos campos de batalha, mas também nas salas dum hospital ou num leito de dor. Tais homens podiam-se encontrar muitas vezes nos campos de concentração e nos locais de deportação. Eram autênticos heróis.
O medo tira às vezes a coragem cívica aos homens que vivem num clima de ameaça, de opressão ou de perseguição. Especial valor têm então os homens que são capazes de transpor a chamada barreira do medo, com o fim de testemunhar a verdade e a justiça. Para chegar a tal fortaleza, o homem deve em certo modo "ultrapassar" os próprios limites e "superar-se" a si mesmo, correndo "o risco" de uma situação desconhecida, o risco de ser mal visto, o risco de expor-se a consequências desagradáveis, injúrias, degradações, perdas materiais, talvez a prisão ou as perseguições. Para conseguir tal fortaleza, o homem precisa de ser sustentado por grande amor pela verdade e pelo bem, a que se dedica
(...)
Temos necessidade de fortaleza para ser homens. De facto, só é homem verdadeiramente prudente aquele que possui a virtude da fortaleza; assim como também só é homem verdadeiramente justo aquele que tem a virtude da fortaleza.
Peçamos este dom do Espírito Santo que se chama o "dom da fortaleza".
Quando ao homem faltam as forças para "superar-se" a si mesmo em vista de valores superiores — como a verdade, a ,justiça, a vocação e a fidelidade matrimonial — é necessário que este "dom do alto" faça de cada um de nós um homem forte e, no devido momento, nos diga "no íntimo": coragem!"
 
S.João Paulo II Discurso de 15-XI-1978

domingo, 19 de janeiro de 2014

Jesus sabia que ía sofrer e ser crucificado

E, tomando consigo os doze, disse-lhes: Eis que subimos a Jerusalém, e se cumprirá no Filho do homem tudo o que pelos profetas foi escrito;
Pois há de ser entregue aos gentios, e escarnecido, injuriado e cuspido;
E, havendo-o açoitado, o matarão; e ao terceiro dia ressuscitará.


Lucas 18:31-33

Quando nos lançamos na vida cristã, não podemos querer ter apenas caminhos de consolação e felicidade.
Seguir Jesus é agarrar na cruz de cada dia e segui-lO
E segui-lo significa saber com toda a certeza (com a mesma certeza com que o próprio Jesus Cristo anteviu e previu a sua morte e crucificação) que iremos enfrentar tentações, períodos de aridez, tribulações e sofrimento.
Aí nos salvaremos, aí participaremos na corredenção.
Lutar, sabendo que ela virá necessariamente e precisamos dela

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Deus não nos imuniza das tentações porque quer que lutemos

A acção de Deus não destrói a natureza humana,
antes a aperfeiçoa e dignifica;
não subtrai a pessoa ao sentimento humano natural, moral e físico,
pois é com ele que ela se há-de santificar,
à semelhança de Cristo que sentiu e suportou
por amor do Pai;
não a imuniza à acção da tentação,
seja do orgulho,
do demónio, da carne ou do mundo,
porque ela há-de santificar-se na luta,
vencendo com o auxílio da graça,
a exemplo de Jesus Cristo que,
apesar de ser o Santo dos Santos,
também foi tentado.»
Serva de Deus Irmã Lúcia de Jesus | 1907 - 2005
Apelos da Mensagem de Fátima, cap. 21

sábado, 4 de janeiro de 2014

Importância das virtudes

"A crise actual, com pesadas consequências na vida das pessoas, pode ser também uma ocasião propícia para recuperar as virtudes da prudência, temperança, justiça e fortaleza"

Mensagem para o dia Mundial da Paz. Papa Francisco 1-1-2014

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Trazer Nosso Senhor na alma

«Traga Nosso Senhor na sua alma
e represente-O
ora como Menino,
ora como Crucificado
ou Ressuscitado…
Esse olhar da alma para Ele
inflama-a de amor.
A toda a hora pode olhá-l’O.
Essa vista de Jesus a pacificará,
se estiver perturbada ou exaltada;
a fortalecerá, se estiver abatida;
a recolherá, se estiver dissipada.»

Santa Teresa dos Andes | 1900 – 1920
Carta 137

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Fazer escolhas definitivas

O Papa afirmou que os cristãos são chamados a escolhas definitivas, como nos ensinam os mártires de todos os tempos
(...)
Os dois – a viúva e os jovens – arriscaram.
Em seu risco, escolherem o Senhor, com um coração grande, sem interesse pessoal, sem mesquinhez. Não tinham uma atitude mesquinha.
O Senhor é tudo. O Senhor é Deus e se entregaram ao Senhor.
E isso não o fizeram por uma força – permito-me a palavra – fanática, não: 'Devemos fazer isso Senhor’, não! Há outra coisa: se entregaram porque sabiam que o Senhor é fiel.
Entregaram-se a esta fidelidade que existe sempre, porque o Senhor não pode se transformar: é fiel sempre, não pode não ser fiel, não pode renegar a si mesmo.

Esta confiança no Senhor, acrescentou o Santo Padre, os levou “a fazer esta escolha por Ele”. Uma escolha que vale seja nas pequenas coisas, seja nas grandes e difíceis escolhas:

Nos fará bem pensar nesses irmãos e irmãs que, em toda a nossa história, também hoje fazem escolhas definitivas. Mas pensemos também em tantas mães, tantos pais de família que todos os dias fazem escolhas definitivas para levar avante sua família, seus filhos.
E isso é um tesouro na Igreja. Eles nos oferecem um testemunho.
Peçamos ao Senhor a graça da coragem, da coragem de prosseguir na nossa vida cristã, nas situações habituais, comuns, de todos os dias, mas também nas situações-limite.
Papa Francisco
Homilia da Casa de Santa Marta de 25-11-2013

sábado, 9 de novembro de 2013

Mais empenho na vida cristã

"Não é verdade que podes pôr mais empenho no trabalho, na piedade, no apostolado ?
(..)
Deus não nos pede coisas impossíveis: pede-nos decisão, confiança, abandono (...), heroísmo até nos detalhes mais pequenos.
(...)
Deus repetirá, neste nosso mundo os gestos (...) mas que fique bem claro que Ele faz tudo, quando a criatura da sua parte faz também tudo o que pode, ainda que esse todo seja praticamente nada" 

D. Javier Echevarria. Bispo
Carta Pastoral de Novembro de 1995

domingo, 11 de agosto de 2013

A sua firmeza nos guardará

«Abandonemo-nos a Deus
e Ele nos dirigirá e orientará:
se somos cegos
a Sua luz nos guiará,
se somos débeis
a Sua fortaleza nos sustentará,
se somos inconstantes
a Sua firmeza nos guardará.»

Beata Josefina de Jesus Crucificado,
Conselhos, 24-2

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