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sábado, 16 de janeiro de 2016

Renunciar à impiedade

Tito 2,11-14.3,4-7.
Caríssimo: Manifestou-se a graça de Deus, fonte de salvação para todos os homens.
Ela nos ensina a renunciar à impiedade e aos desejos mundanos, para vivermos, no tempo presente, com temperança, justiça e piedade,
aguardando a ditosa esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo,
que Se entregou por nós, para nos resgatar de toda a iniquidade e preparar para Si mesmo um povo purificado, zeloso das boas obras.
Mas, quando se manifestou a bondade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com os homens,
Ele salvou-nos, não pelas obras justas que praticámos, mas em virtude da sua misericórdia, pelo batismo da regeneração e renovação do Espírito Santo.
Deus derramou abundantemente o Espírito sobre nós, por meio de Jesus Cristo nosso Salvador,
para que, justificados pela sua graça, nos tornássemos, em esperança, herdeiros da vida eterna.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

O mundo necessita de homens abertos ao Espírito Santo

"O mundo tem necessidade de homens e mulheres que não estejam fechados, mas repletos de Espírito Santo, disse ainda o Papa, acrescentando que o fechamento ao Espírito não apenas é falta de liberdade, mas também pecado, e elencando os modos como nos podemos fechar ao Espírito:
“Há muitas maneiras de fechar-se ao Espírito Santo: no egoísmo do próprio benefício, no legalismo rígido – como a atitude dos doutores da lei que Jesus chama de hipócritas –, na falta de memória daquilo que Jesus ensinou, no viver a existência cristã não como serviço mas como interesse pessoal, e assim por diante.
O mundo necessita da coragem, da esperança, da fé e da perseverança dos discípulos de Cristo.
 O mundo precisa dos frutos do Espírito Santo: «amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, autodomínio»”.
O dom do Espírito Santo foi concedido em abundância à Igreja e a cada um de nós, para podermos viver com fé genuína e caridade operosa, para podermos espalhar as sementes da reconciliação e da paz, disse o Papa a concluir, invocando para que, fortalecidos pelo Espírito e seus múltiplos dons, nos tornemos capazes de lutar, sem abdicações, contra o pecado e a corrupção e dedicar-nos, com paciente perseverança, às obras da justiça e da paz"
Homilia de domingo de Pentecostes, 25-5-2015, Papa Francisco

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Espírito de caridade, fortaleza e moderação

"Paulo, apóstolo de Jesus Cristo por vontade de Deus, para anunciar a promessa da vida que está em Cristo Jesus, a Timóteo, meu filho caríssimo: 
(...)
 Deus não nos deu um espírito de timidez, mas de fortaleza, de caridade e moderação". 
 
2 Tim. 1,1-8.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

A razão ajuda a fé e a fé ilumina a razão

"Partindo verdadeiramente da natureza íntima da fé cristã e, ao mesmo tempo, da natureza do pensamento grego já fundido com a fé, Manuel II podia dizer: Não agir "com ologos" é contrário à natureza de Deus".

VIAGEM APOSTÓLICA DO PAPA BENTO XVI
A MÜNCHEN, ALTÖTTING E REGENSBURG 
(9-14 DE SETEMBRO DE 2006)

DISCURSO DO SANTO PADRE 
AOS REPRESENTANTES DO MUNDO CIENTÍFICO
E CULTURAL DA BAVIERA NA AULA MAGNA 
DA UNIVERSIDADE DE REGENSBURG

Terça-feira, 12 de Setembro de 2006

 

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Os efeitos da concupiscência

17A paixão que queima como o fogo
não pode ser apagada até totalmente se consumir.
O mulherengo entrega o seu corpo à fornicação
e não vai parar até ser destruído pelo fogo da sua paixão.
Para ele, todo o pão é doce e só vai parar quando morrer.
 
18 O homem infiel ao leito conjugal diz na sua alma:
«Quem me vê? A escuridão cerca-me e as paredes escondem-me.
Ninguém me vê. De que hei de ter medo?»
 
19Esse homem só teme o olhar dos homens,
e não entende que os olhos do Senhor são dez mil vezes mais brilhantes do que o Sol,
que observam todos os caminhos dos homens
e penetram até mesmo nos lugares mais escondidos.
 
20Antes de criar o mundo, Deus já conhecia tudo;
assim também ele tudo conhece depois de o ter criado.
 
21Tal homem será castigado em praça pública
e onde não esperava será apanhado.
 
Livro de Ben-Sirá 23, 17-21

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Afrontar o perigo e suportar a adversidade

"Desejo prestar homenagem a todos estes corajosos desconhecidos.
A todos os que têm a coragem de dizer "não" ou "sim", quando custa!
Aos homens que dão testemunho singular de dignidade humana e profunda humanidade. Precisamente porque são desconhecidos, merecem homenagem e um reconhecimento particular.
Segundo a doutrina de São Tomás, a virtude da fortaleza encontra-se no homem,
— que está pronto a "aggredi pericula", isto é, a afrontar o perigo;
— que está pronto a "sustinere mala", isto é, a suportar a adversidade por uma causa justa, pela verdade, pela justiça, etc.
A virtude da fortaleza requer sempre alguma superação da fraqueza humana e sobretudo do medo.
O homem, de facto, por natureza teme espontaneamente o perigo, os dissabores e os sofrimentos. preciso, por isso, procurar os homens corajosos não só nos campos de batalha, mas também nas salas dum hospital ou num leito de dor. Tais homens podiam-se encontrar muitas vezes nos campos de concentração e nos locais de deportação. Eram autênticos heróis.
O medo tira às vezes a coragem cívica aos homens que vivem num clima de ameaça, de opressão ou de perseguição. Especial valor têm então os homens que são capazes de transpor a chamada barreira do medo, com o fim de testemunhar a verdade e a justiça. Para chegar a tal fortaleza, o homem deve em certo modo "ultrapassar" os próprios limites e "superar-se" a si mesmo, correndo "o risco" de uma situação desconhecida, o risco de ser mal visto, o risco de expor-se a consequências desagradáveis, injúrias, degradações, perdas materiais, talvez a prisão ou as perseguições. Para conseguir tal fortaleza, o homem precisa de ser sustentado por grande amor pela verdade e pelo bem, a que se dedica
(...)
Temos necessidade de fortaleza para ser homens. De facto, só é homem verdadeiramente prudente aquele que possui a virtude da fortaleza; assim como também só é homem verdadeiramente justo aquele que tem a virtude da fortaleza.
Peçamos este dom do Espírito Santo que se chama o "dom da fortaleza".
Quando ao homem faltam as forças para "superar-se" a si mesmo em vista de valores superiores — como a verdade, a ,justiça, a vocação e a fidelidade matrimonial — é necessário que este "dom do alto" faça de cada um de nós um homem forte e, no devido momento, nos diga "no íntimo": coragem!"
 
S.João Paulo II Discurso de 15-XI-1978

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Jesus deseja ser recebido a todo o instante

«Jesus deseja ser recebido pelas almas,
não só sob as espécies eucarísticas,
mas a todo o instante,
sob a aparência de contrariedades,
de confrontos,
de penas.»

Beata Maria Cândida da Eucaristia | 1884 – 1949
Cartas III, carta 24

Senhor,
como é reconfortante saber
que estás sempre comigo,
como estás em cada momento da minha oração
ou da Eucaristia.
Sim, porque cada um dos meus dias
é um prolongamento do que celebro na Missa,
uma actualização dos meus propósitos do tempo de oração.
Vens ao meu encontro em cada momento,
com um acontecimento e, simultaneamente,
com uma graça para esse momento,
onde Tu te dás a mim em comunhão,
na fé,
ajudando-me a responder-Te segundo a Tua vontade de Amor:
com brandura, paciência, amor, disponibilidade,
generosidade, compreensão, perdão…
Se souber responder
estou igualmente a comungar-Te no sacramento do irmão,
no sacramento do meu trabalho,
da minha família, dos meus amigos ou menos amigos.
Um sacramento veicula a tua Vida para a minha vida.
E isso acontecerá sempre, segundo a Tua graça - que nunca falta-
e a minha fé,
que uma vez mais Te peço que em mim aumentes!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Superar o egoísmo de querer fazer a própria vontade

Na oração no início da missa – recordou o Pontífice – pedimos a graça de superar os nossos egoísmos», em particular o de querer fazer a própria vontade.

O Papa Francisco sugeriu, em conclusão, que renovássemos ao Senhor o pedido desta graça.

E que invocássemos também «a graça da docilidade espiritual, ou seja, de abrir o coração à palavra de Deus».

Eucaristia na Casa de S.Marta em 17-1-2014

sábado, 4 de janeiro de 2014

Importância das virtudes

"A crise actual, com pesadas consequências na vida das pessoas, pode ser também uma ocasião propícia para recuperar as virtudes da prudência, temperança, justiça e fortaleza"

Mensagem para o dia Mundial da Paz. Papa Francisco 1-1-2014

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Renunciar ao interesse próprio

"E esta é a Minha Vontade: que te negues a ti mesma e não busques o teu interesse, mas o dos outros.
(...)
Aprende, pois, a abandonar-te por Amor de mim, isto é, a renunciar, pela negação de ti mesma, ao teu interesse, ao teu consolo, à tua devoção, ao teu proveito; assim fazendo o que deves, honrar-me-ás e não só não perderás nada seguindo este caminho, senão que obterás uma recompensa 100 vezes maior".
 
Johan Lanspergio. Carta de Jesus Cristo à Alma Devota. Colección Ariadna. Página 146

sábado, 16 de novembro de 2013

Não gozar daquilo que apenas se deve usar

"(...) as pessoas honradas e dignas não pensam na mesa senão quando se sentam a ela , e depois da refeição lavam as mãos e a boca para não ficar com o gosto, nem com o cheiro do que comeram (....)
(...)
Os que usam deste mundo (diz S.Paulo), hão-de ser como se não usassem; que todos pois usem do mundo cada um conforme o seu estado: mas de tal sorte que, não lhe ganhando afeição, se fique livre e pronto para servir a Deus, como se dele não se usasse.
É o grande mal do homem, diz Santo Agostinho, querer gozar das coisas de que só deve usar e querer usar daquelas de que só deve gozar: devemos gozar das coisas espirituais e das corporais somente usar: e quando o uso destas se converte em gozo, a nossa alma racional converte-se outrossim em alma brutal e bestial."

S. Francisco de Sales. Introdução à Vida Devota. Capítulo XXXIX

O espírito da curiosidade é o espírito da mundanidade




Na Igreja existe, e é muito comum, um espírito contrário à sabedoria de Deus: o espírito da curiosidade”. Foi o que disse na manhã desta quinta-feira, 14 de Novembro de 2013 , o Papa Francisco, na missa celebrada na Casa Santa Marta.
“Esta tentação nos acomete – explicou – quando queremos nos apropriar dos projetos de Deus, do futuro, das coisas; quando queremos conhecer tudo e tomar conta de tudo”.
(...)
“A curiosidade – explicou o Pontífice – nos afasta do Espírito da sabedoria, porque leva em conta apenas os detalhes, as notícias, as pequenas novidades de todos os dias. O espírito da curiosidade não é um bom espírito: dispersa, afasta de Deus, faz falar demais...”.
Prosseguindo a homilia, Francisco se referiu ao Evangelho, que diz que “o espírito da curiosidade é mundano e provoca confusão”. A isso tudo, o Papa contrapôs o comportamento dos “verdadeiros cristãos e cristãs que vivem na sabedoria do Espírito Santo. Esta é a sabedoria que nos guia com espírito inteligente, santo, único, múltiplo e sutil”.
“O espírito de Deus nos ajuda a discernir, a tomar decisões segundo o coração de Deus. Este espírito de amor e fraternidade nos dá paz, sempre! A santidade é exatamente isso. O que Deus pede a Abraão: ‘Caminhe em minha presença e seja irrepreensível’. Prosseguir sob o impulso do Espírito de Deus e desta sabedoria. Os homens e mulheres que caminham assim são sábios, porque procedem sob a moção da paciência de Deus”, concluiu

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Não querer possuir nada

«A segunda cautela contra o mundo
diz respeito aos bens temporais.
Para te libertares verdadeiramente
dos danos desta classe
e moderar o excesso de apetite,
é preciso não quereres possuir nada,
não andares preocupado com a comida,
nem com o vestir
ou com outras coisas,
nem com o dia de amanhã.
Essa preocupação deve encaminhar-se
para coisas mais elevadas,
como seja procurar o reino de Deus
e não ofender a Deus.


O resto ser-nos-á dado por acréscimo,
como diz Sua Majestade (Mt 6, 33),
pois não se há-de esquecer de ti
Aquele que até cuida dos animais.
Desta maneira conseguirás
o silêncio e a paz nos sentidos.»


S. João da Cruz | 1542 – 1591
Cautelas, 2ª cautela

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

aprender a dominar-se

«Podes fazer muitas coisas,
mas se não aprenderes a negar a tua vontade
e a dominar-te,
não te preocupando contigo
nem com as tuas coisas,
não avançarás na perfeição.»

S. João da Cruz | 1542 – 1591
Ditos de Luz e Amor, 71

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Combater as nossas pequenas idolatrias




O Papa prosseguiu afirmando que a idolatria é sutil, que “todos temos nossos ídolos escondidos”, mas que devemos procurá-los e destruí-los, porque o único caminho para seguir Deus é o da fidelidade:
Os ídolos escondidos fazem com que nós não sejamos fiéis no amor. O caminho para seguir avante no Reino de Deus é um caminho de fidelidade que se assemelha ao amor nupcial”.
Como é possível não ser fiel a um amor tão grande? - questionou Francisco, concluindo que é necessário confiar em Cristo, “que é fidelidade plena e que nos ama tanto”:
Hoje, podemos pedir a Jesus: ‘Senhor, você é tão bom, ensina-me o caminho para estar sempre perto de Deus e afastar sempre todos os ídolos. É difícil, mas temos que começar, porque eles nos tornam inimigos de Deus

Papa Francisco
6-6-2013

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Despojar-nos dos nossos ídolos

«Temos de nos esvaziar dos pequenos ou grandes ídolos que temos e nos quais nos refugiamos. nos quais muitas vezes procuramos basear a nossa segurança. 
São ídolos que às vezes mantemos bem escondidos; podem ser ambição, o gosto pelo sucesso, colocarmo-nos no centro, a tendência para dominar os outros, a pretensão de sermos os únicos dominadores das nossas vidas, alguns pecados a que estamos ligados, e muitos outros.»
«Adorar despoja-nos dos nossos ídolos, mesmo dos mais ocultos, e faz-nos escolher o Senhor como o centro, como a estrada das nossas vidas.»

Papa Francisco
14-4-2013

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Estar morto para a vida para viver para além da morte

"Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós"
 
O Apostólo Paulo alerta para a extrema importância da humildade em todos os momentos, sabendo que transporta um tesouro só que "em vasos de barro" que, portanto, podem estoirar e pulverizar-se facilmente se não houver prudência e cuidado.
.
"Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados.
Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;
Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos;
E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também na nossa carne mortal.
De maneira que em nós opera a morte, mas em vós a vida".
 
A morte para a vida.
Quem segue Cristo por Amor de Deus sabe que tem de estar morto para a vida, morto de cruz e só por estar morto para a vida é que consegue vencer os desafios da temperança no comer, no beber, no falar, no dormir, no uso da internet, o combete à preguiça e à sensualidade.
Pelo contrário, quem não morre para a vida, está já morto ainda que viva todavia. É o próprio Jesus que O diz quando afirma, a propósito dos que vão fazer funerais "Deixa os mortos enterrarem os seus mortos".
 
"Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia.
Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente;
Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas".
2ª Carta de S.Paulo aos  Coríntios 4:7-18

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

O nosso corpo é templo do Espírito Santo

I  Coríntios 6. 12-20

12 Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm.
Todas as coisas me são lícitas; mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas.
 
13 Os alimentos são para o estômago e o estômago para os alimentos; Deus, porém aniquilará, tanto um como os outros. Mas o corpo não é para a prostituição, mas para o Senhor, e o Senhor para o corpo.
(...)
15 Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei pois os membros de Cristo, e os farei membros de uma meretriz? De modo nenhum.
16 Ou não sabeis que o que se une à meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque, como foi dito, os dois serão uma só carne.
17 Mas, o que se une ao Senhor é um só espírito com ele.
18 Fugi da prostituição. Qualquer outro pecado que o homem comete, é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo.
19 Ou não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que habita em vós, o qual possuís da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?
20 Porque fostes comprados por preço; glorificai pois a Deus no vosso corpo.
 
S.Paulo

sábado, 29 de dezembro de 2012

Na comunhão renunciamos a tudo

A comunhão é um alimento que nos leva a ter forças para enfrentar a morte de nós mesmos.

Ao comungarmos estamos a afirmar que aceitamos morrer para tudo o que o mundo tem para nos alimentar (tais como iguarias, bens materiais, glória e riqueza humana, etc) e, em compensação, aceitamos renunciar ao usufruto de todas essas coisas.

Porque, quem já tem o alimento maior, não necessita alimentar-se do alimento menor que, além de menor, se torna um peso e nos torna mais pesados para ir ao encontro do Senhor.  

Ao comungar o Senhor, renunciamos a tudo o que, no mundo quer comungar connosco porque a comunhão Eucarística satisfaz-nos na plenitude.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Não servirás a dois senhores

Dizia um sacerdote piedoso a uma pessoa que se deixava levar frequentemente pela gula:

"Tu, tens que decidir se queres servir o teu estômago, se queres ter como teu senhor o teu ventre ou se se queres servir como teu Senhor e Mestre, Jesus Cristo morto e ressuscitado por ti na cruz"

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